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A HISTÓRIA DA DOR
28/05/2015
A dor é mais que uma sensação física. Para a historiadora neozelandesa Joanna Bourke, a extensão do sofrimento humano é também definida por aspectos culturais, sociais e emocionais, modificados ao longo dos que quer dizer: A história da dor, a professora da Universidade de Londres revela como o homem suporta suas dores desde a Antiguidade. “A ideia de que elas são um mal que deve ser imediatamente eliminado por pílulas ou operações é um fenômeno pós - II Guerra Mundial. Passamos a lidar com a dor não com rezas ou orações, mas com analgésicos”, afirma. Em entrevista Joanna conta como as pesquisas científicas contribuíram para a nossa visão contemporânea do sofrimento e explica os números crescentes de overdose de analgésicos, em um mundo em que metade da população vive com dores crônicas. E há os que afirmam que as mulheres suportam mais as dores do que os homens.
MÁRTIRES DO ALTO URUGUAI
Padre Manuel Gomez Gonzalez, de San José de Ribarteme, Espanha, veio como jovem sacerdote ao Brasil. Em 1915 foi nomeado pároco de Nonoai- RS, dedicando-se à evangelização naquela conflitiva região do norte do Estado, onde grupos armados rivais se guerreavam violentamente. Homem de paz, Padre Manuel tentava apaziguar estes grupos, pregando a concórdia e a união. Isso lhe custou a vida. Acompanhado de seu coroinha Adílio Daronch, (nascido em 25/10/1908), Padre Manuel foi cruelmente assassinado no dia 24 de maio de 1924, juntamente com Adílio. Eles foram encontrados amarrados a uma árvore e seus corpos crivados de balas.
Padre Manuel Gonzalez e Adílio Daronch são os novos beatos do Rio Grande do Sul e se transformam em protetores de todos aqueles, homens e mulheres, que se dedicam a evangelizar, com coragem e abnegação, especialmente em situações e regiões mais difíceis e perigosas para este ministério.
A REFORMA PROTESTANTE E LUTERANA
No dia 31 de outubro, as Igrejas luteranas (evangélicas e reformadas) celebram o dia da Reforma Luterana. Dia no qual o Dr. Martinho Lutero, padre e professor de teologia, pregou suas 95 teses na porta da igreja do Castelo em Wittenberg, Alemanha em 1917. Ele queria debater com os líderes de sua querida Igreja Católica a respeito da venda das indulgências, a venda do perdão dos pecados por dinheiro. Um negócio que a Igreja Católica do seu tempo promoveu para angariar fundos para a construção da Basílica de São Pedro, em Roma. Pelo estudo da Escritura Sagrada, a Bíblia, Lutero reconheceu que perdão dos pecados não se compra por dinheiro. Só Deus perdoa os pecados por amor a Cristo. A Igreja defendeu seu ponto de vista. As discussões se tornaram amargas. Lutero foi expulso da Igreja Católica. Ele se aprofundou no estudo da Bíblia e reconheceu ainda outros erros da Igreja. Diziam a ele: “Só tu queres entender a Bíblia e não respeitas a interpretação dos pais da Igreja” ?! Isto levou Lutero a estudar os escritos dos pais da Igreja, e qual não foi sua surpresa. Os antigos pais da Igreja como os padres: Sto. Origenes, Sto. Irineu, Sto. Agostinho e outros interpretaram a Bíblia como ele. Lutero notou que até o ano 500 depois de Cristo a Igreja foi fiel a Cristo, após isso, entraram erros. Lutero como padre e professor de teologia um fiel servo de Cristo. Ele não é um santo da igreja evangélica luterana, nem fundador de uma nova Igreja. Ele não dividiu a Igreja Católica, mas voltou ao verdadeiro ensino de Cristo, que foi o ensino da Igreja Católica nos primeiros séculos. Ele mesmo expulso da Igreja, amou a verdadeira Igreja Católica até o fim. Muitos se alegraram com a volta aos verdadeiros ensinos da Bíblia. Seus seguidores foram apelidados de “luteranos”. O apelido ficou e não temos do que nos envergonhar dele. Lutero destacou três pontos do ensino bíblico: Somente a Escritura, somente por graça de Cristo, somente pela fé nesta graça.
Pastor: Reverendo Aílton José Müller.
Reinoldo Back

Reinoldo Back é assinante e colunista do Jornal Correio do Povo

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