Bananada de Einstein - Marcio Martins
COMO FUGIR DE FALAR DE POLÍTICA?

Não há mais como fugir, e confesso a vocês, tenho medo de onde tudo isso poderá parar! Não há como fingir! Política inteligente, feita de pessoas...?

Temos guerra franca e aberta no Rio escancarada, ou teria outro nome, talvez intervenção? Guerra civil... Pois bem, a coisa já andava feia a muito tempo por lá, mas agora recentemente passando por outros estados ouvi pessoas falarem que o crime só aumenta, por consequência o número de mortos também,... Como fugir? Como fugir caro Watson?

Pois bem, a fuga pode ser apenas ficar parado, ou tampar os ouvidos, ou correr do lado contrário, ou olhar, ver e fingir-se de morto... Acredito que é possível, muito mais que isso, é fazendo escola de verdade, construindo pessoas de verdade, fazendo valores humanos, incluso o amor, pois o que vemos recentemente em discursos de puro ódio, seja daqui – dela – ou dali...

Corra que eles vem ali – Forrest – e não olhe para trás!

Retomarei os valores humanos dando uma arma para cada cidadão, ou não há provas contra dez delações e apontamentos que eu estava envolvido, e daí o que fazer?

Poderíamos pensar na mentira bem contada, ou não verdade mal contada, na subjetivada humana de quem fez mas roubou, ou do outro que nada e é menos, por fiz das brejas e brejas jurídicas que há de melhor no pior.

É o fim – ou alguém de capa preta aparecerá, observem atentamente mas não será o Batman...

Fugir ou não fugir eis a questão?         

LUTO!!!

A CIÊNCIA em luto, quem poderia imaginar que alguém com com doença degenerativa pudesse ter super poderes, e ser uma das grandes mentes de todos os tempo? Leitor e cientista do universo (Stephen Hawking) chocou o mundo escrevendo teorias sobre o universo, e mais do que isso calculando comprovações,. Mesmo que na ciência sejam hipóteses que outros refutaram,. Depois de Einstein uma grande mente que deixa uma lição á humanidade, não parar apenas de tudo, mas tudo seja contrário do seu avança, e mais do que isso, uma mente brilhante presa num corpo visivelmente inerte.

Aqui destacar a superação, fundamentalmente os poderes de um cérebro ativo, e que me merece ser estudado. O cérebro é como qualquer outra parte do corpo se exercitado ele cresce, ganha volume, e principalmente se é proporcionado novas ideias, que reflete em novos caminhos, chamada de sinapses, essas que ligam-se e interliga-se constituindo a chamada neuroplasticidade.

Mas somente mais uma pitada da ciência em voga que a reserva cognitiva, que podemos chamar de predisposição ao mudança, ou o comportamento de adaptação, ou a versatilidade de lidar com novas situações, aprender e readequar, nada fácil quando se trata de sair da zona de conforto, mas simplesmente prevenir males de memória, e a natural perda de neurônios...

Em se tratando de perdas e como combater o inevitável, e se temos saída como lidar de maneira democrática, ética, e menos danosa.. Temos exemplos aonde pouco se aprende com exemplos anteriores, temos mortes nas ruas do Rio de Janeiro ainda marcadas com o selo da violência, temos a justiça pelejante em definições de qual instância é a prisão e por fim a titulo de reflexão temos uma Bela Vista em transformação exponencial falado e falada em espanhol por refugiados e abrigadores de população que migra correndo do caos.

Enfim nos pergunto e a ciência? Aquela do luto de cálculos universais sob a realidade, influência, disparidade e constantes reflexão do que fazer?

Assim luto...

Tudo tá na cabeça, ou seria no coração?

Alegria, coragem, entusiasmo, ousadia... Tudo para comemorar a grande festa da carne, ou seria inconsequência tudo isso advindo do coração? Por acaso esqueci alguma emoção... Recordamos o filme Divertidamente, um filme sem censura conta as aventuras da pequena Riley que passa por grandes mudanças em todos os sentidos, da mudança de casa, a nova vida, nova escola, novos amigos e em seu suposto painel de comando as emoções acentuam-se para ajuda-la a viver, ou não... Vejamos bem, pois é uma criança, mesmo que ficticio podemos tirar grandes lições.

Uma delas é a que mais me agrada está em torno da relação entre o equilibrio entre a alegria e o medo, ou alegria e a cautela, tendo como sustentação as oscilações naturais do ser humano, por vezes bem, outros nem tanto. Assim o cerebro seja jogar a toalha e se lançar aos prazeres da carne, diferentemente do processo de adeus a carne, ou melhor processo de jejum, inclusive pensemos na deturbação nitida, do que levamos em conta, seria talvez uma crise de conceito?

Na cabeça para comemorar a vida, ou na cabeça para brincar com a morte; excesso de alcool, drogas, sexo sem proteção, maratona de longos dias, e o poder cultural por vezes que consuma, consome e nem sempre consola.

Comemorar a vida... Com a cabeça, ... Comemoramos, o que exatamente?

Do ponto de vista antropológico, o carnaval é um ritual de reversão, no qual os papéis sociais são invertidos e as normas de comportamento são suspensas. Na Antiguidade, os povos consideravam o inverno como um reino de espíritos que precisavam serem expulsos para que o verão voltasse. O Carnaval pode assim ser considerado como um rito de passagem da escuridão para a luz, do inverno ao verão: uma celebração de fertilidade, a primeira festa de primavera do ano novo.

 


É por bem suspender normas de comportamemto? Ainda mais tendo o que temos?

Pois bem caros leitores, escrevo sobre a luz de algumas leituras pessoais, sobre a ótica da problematização, com a responsabilidade intelectural da aventura da pesquisa, portanto mesmo que nossas memórias possam aparacer longicuas, sempre haverá traçoes que nos deixa mais ou menos sobre a tendência personalistica de emoções particulares do que verdadeiramente somos, somente espero que não seja patológico ao ponto de ferir pessoas. Mas cabeça e menos coração poeta.

ACREDITAR NOS SONHOS?

Que são sempre muitos – Mas o que vale a pena? Mega da virada, um carro e suaves dividas, casa – simpatias para São Antônio, busca do google para tudo e com agilidade tecnológica(mais provável)e a constante esperança do possível, muito de utopia e pouco do concreto, ou diria prática!

Pensemos juntos -Estou a ler Nietzsche e Dom Quixote e de alguma forma tentando fazer um ponte entre a crítica da moral, e a aventuras do homem De La Mancha, ou diria o cotidiano e as linhas bem traçadas de Cervantes,... Pois bem, acreditar na crítica que há da imposição invisível da moral que de alguma maneira somos fortemente influenciados, julgando e sendo julgado, certos ou errados, bons ou maus constitui-se a inspiração solitária de cavaleiro errante que luta pelo defesa da injustiça...

Na forma contrária entre dois lados opostos,... e vezes o mais forte subjugando o lado entre opressor e oprimido, avancemos além das paredes filosóficas e literárias, caminhando ao filme da vida de muitos brasileiros que tem muito de sua própria história!

Era uma vez um jovem chamado de João - ousado que saiu a trabalhar, mudou-se de cidade pequena para cidade grande, numa saúde debilitada, enfrentou da maneira que dava, fila de hospitais, escola noturna, trabalho de sol a sol, melhorou sua saúde, ajudou a si e as outros, foi para para um segundo emprego, pois já tinha uma esposa e filho, e assim segue, certo dia decide ir para a faculdade e todos em seu redor o chamam de louco, como deixaria de ganhar dinheiro para estudar. Por fim a questão é simples, agiu certo ou errado – bom ou mal? E mais do que isso quais os valores que foram colocados para tal mudança radical?

O outro caso é de Maria que muito parecido, inclusive não é casal, ela deixa a faculdade, pois engravidou e passa a ficar em casa, pois seu marido, que não é o João passou a cuidar em todo excesso e mimos, não a deixando que inclusive limpasse a própria casa, qual é a moral da história...?

Por fim até que ponto sustenta-se valores enraigados profundamente em nós mesmo que possam ser estruxúlos entre o bem e o mal, ou mais aonde ficará os valores humanos que realmente valem e sustentar uma alma – pose e bens ou o caminho ponderado no que concerne a luz que por vezes parece iluminar pingos de juízos?

Não dá para engolir um mal coração...

Mais do que o descaso com o ser humano é o descaso com o proprio coração, lidar com erros, lidar com acertos, as culpas, os créditos, a posse, tudo isso aliado a pura e singular frustação de não ter as redias da vida tornam-se armas mortais que podem acabar com qualquer relacionamento razoavél.

Disse e sempre digo entre o erro e o reconhecimento para a tentativa de acertar á um oceano de situações, entretanto quando se torna mal, e não me refiro ao comportamento maldoso, mas sim a olhar de maldade ao próximo que deveria ser ao menos respeitado, que nem se pede pelo um apelo cristão do amor, a guerra das visões de raios violentissimos do desamor, tornam a relação entre pessoas insustentável...

Então para que estudamos tanto? Então para que rezamos tanto? Então porque falamos em amor e no concreto da realidade não nos colocamos para responsavéis de nossas próprias criações da divisãNÃO DA PARA ENGOLIR UM MAL CORAÇÃO...o?

Pois bem estimados leitores, sou um mortal factivel aos tantos e tantos erros, porém confesando diariamente a minha insignificância perante o planeta, e o que podemos fazer, assim como o pequeno beija flor na incansável luta de apagar o incendio da imensa floresta.

Somos consciência, somos também inconsciência – treinados ou não para acertos e erros, assim veja a familia, igreja, sociedade, escola, politica – nos ensina, ao menos nos mostra o que é errar e o que é acertar, agora furtarnos do amor isso é crime/ação hedionda... mesmo que inconsciente!

Fechando para hoje, estou lendo o romance do Umberto Eco, institulado Número Zero, inclusive recomendo, pois então, no livro é trazido a tentativa de montar um jornal com noticias que antescedem a publicação da concorrência, assim ganhando horas e quem sabe agindo quase que simultaneamente ao fato, assim o que posso ter até então como lição?

... Muita coisa, inclusive sabemos o que pode dar! E Infelizmente por vezes não temos nem esperança como o beija flor pagando fogo. Noticias ou fato em tempo real é probalisticamente possivel,... Beber e cair, correr e bater, brigar e se chatear,... Mas rezar e não ter um bom coração não da para engolir!

O INCÊNDIO E A VIOLÊNCIA NOSSA DE CADA DIA!

BOM DIA BRASIL – e não é jornalistico... Será que em algum momento da história iremos acordar, despertar de nosso e paciência frente ao que acontece todos os dias? Pois experiências e experiências do que está sendo visto na política brasileira, e todos chegam a levar em conta o menos pior, aquele ao menos fez,... Pois então, nobres leitores, ou posso te chamar de eleitores - podemos nos perguntar se o menos pior é o melhor? Se podemos iniciar uma luta em nós mesmos para sermos cada vez melhores, ou como diria a música do Jota Q... melhores no amor, melhores na dor, melhores em tudo... Ou vivemos esperando,...somente do outro e o que eu faço verdadeiramente com a minha corrupção?

Sou justo e honesto com meus impostos, com meu filho(a), me vendo ao choro incansável, do querer do doce as 22 horas, ou me deixo levar - assisto novelas impróprias ao 8 aninhos, deixo o celular e a internet para substituir a minha presença - passo sinal vermelho, peço ao guarda o jeitinho, sinto informar – mas é corrupção, portanto as coisas não estão somente nos escândalos.

NÃO HÁ O QUE TEMER – Não?

Há muitas coisas em jogo – e digo isso, pois todos mas todos sem exceção se colocam chocados perante uma catástrofe anunciada, ou vamos dizer que MATAR muitas pessoas – não acontece todo dia? Poderão estar se perguntando trágico, não?! Mas quem rouba sonhos, almas, derruba dia a dia o que seria do amor, da paz da união, do certo pelo certo e não pela barganha... Palavra bonitinha essa barganha, barganha da vida...

O UFC - me referindo a luta não é somente a luta um contra o outro é contra você, nós mesmos – por vezes nossa acomodação, ou sentimento de não poder fazer nada, mas não devemos sustentar que o jeitinho é o mais certo a fazer,... não podemos nos vender aos incêndios do cotidiano, que uma bituca de cigarro coloca vidas em risco, acaba com florestas, e animais, e fica por isso – isso é fato – crime – e nada de arquivar o processo, mas antes de tudo isso é consciência de uma sociedade, antes das explosões e catástrofes que vemos – hoje é na outra cidade, longe, amanhã é aqui e o importante e repensar alguns conceitos e fazermos da verdade uma ferramenta humana e ética para o bom convívio.

TEMPO: A CURA DA NATUREZA PARA TODOS OS MALES

O tempo é o grande médico universal dos males humanos, tendo como agente principal o éter, a energia que conecta todas as coisas umas às outras no universo. O tempo é o grande curador das feridas, tanto físicas quanto mentais, e é o transformador de todas as causas em seus efeitos apropriados.

O tempo negocia a juventude irracional pela maturidade e sabedoria!

O tempo transforma as feridas do coração e as frustrações de nossa vida cotidiana em coragem, resistência e entendimento. Sem esse serviço bondoso e beneficiente, a maioria dos indivíduos estaria perdida no começo da juventude. O tempo amadurece os grãos nos campos e as frutas nas árvores, deixando-os prontos para o desfrute e alimentação humanos.

O tempo dá aos esquentados a chance de esfriarem e ficarem racionais. O tempo nos ajuda a descobrir as grandes leis da natureza pelo método de tentativa e erro e a lucrar com nossos erros de julgamento. O tempo é nosso bem mais precioso, pois não podemos ter certeza de dispor de mais do que um segundo em qualquer data ou lugar. O tempo é o agente da misericórdia com que podemos nos arrepender de pecados e erros e obter conhecimento útil dali em diante.

O tempo favorece quem interpreta as leis da natureza corretamente e as adota como guias para corrigir hábitos de vida, mas golpeia com pesadas penalidades quem ignora ou negligencia as leis.

O tempo é o manipulador mestre da lei universal da força cósmica do hábito, o fixador de todos os hábitos, tanto das criaturas vivas quanto das coisas inanimadas.

O tempo é o manipulador mestre da lei menor da compensação, pela qual todos plantam e colhem

O tempo nem sempre opera a lei da compensação com rapidez, mas decididamente a opera, de acordo com hábitos e padrões fixos que o filósofo entende e pelos quais pode antever a natureza de eventos vindouros examinando a causa de onde estão por brotar.

O tempo também é o manipulador mestre da grande lei da mudança, que mantém todas as coisas e todas as pessoas em estado de fluxo constante e jamais permite que permaneçam iguais por dois minutos seguidos. Essa verdade vem repleta de benefícios de proporções estupendas, pois proporciona os meios pelos quais podemos corrigir nossos erros, eliminar nossos temores falsos e hábitos frágeis e, trocar a ignorância por sabedoria e, paz mental à medida que ficamos mais velhos.

Vejamos nossas experiências passadas e façamos a conta das vezes em que nosso coração perturbado não teve sossego de suas dores a não ser pela mão misericórdia do Criador e do doutor tempo.

Se você fracassou nos negócios ou em alguma atividade que escolheu como carreira, pode ter observado que o tempo veio em socorro com outras e talvez maiores oportunidades e que você comemorou, por ter sido desviado de curso para uma via expressa mais suave e ampla de oportunidades.

Os ponteiros do relógio do tempo andam só para a frente! Podemos bradar: "Para trás, volta atrás em seu deslocamento veloz ó tempo", mas o tempo não dá ouvidos a nossos brados.

É mais tarde do que você pensa! Mas podemos acordar, despertar e tomar posse de nossa mente enquanto ainda há tempo suficiente, durante o futuro ainda não esgotado, para se tornar aquilo que gostaria ter sido no passado. Existe um teste simples com que você pode julgar se tem usado o tempo da maneira mais vantajosa ou não. Se você teve paz mental e riqueza material suficientes para suas necessidades, seu tempo foi usado de modo correto. Se não obteve essas bênçãos, seu tempo não foi usado de modo apropriado e você deve começar a procurar agora as circunstâncias em que ficou a dever.

Tique - taque, tique - taque - o pêndulo do relógio do tempo está oscilando rapidamente!

Alguma coisa acelerou tanto o relógio do tempo que a segunda metade do século 20 revelou à humanidade mais oportunidades individuais de aperfeiçoamento do que o revelado em todo o passado da experiência humana!

O que temos?

Não tenho nada e nada me falta (Cora Coralina)

 


O que eu tenho - O que nós falta? Tenho o eu e a consciência, será que realmente eu tenho?! E o que não é da consciência? Seriam os conflitos – em nós mesmos, partilhas, ponderações entre conquistas e pedras no caminho...

Havia uma bala no caminho – Balas que não são doces – muito pelo contrário são muito amargas – amarga, lenta, do silêncio da suavidade ao desespero dos gemidos e gritos – Das mães, pais e irmãos... Irmãos que nem sempre são da consciência, mas, mais combustivel no conflito...

Conflitos nas comunidades são de constante regularidade, nas comunidades pobres, ricas, médias,... Ainda tendo mais acentudas de tiros, tráfico, assaltos relâmpagos... E tudo que a comunidade oferece, - porém algo dificil de admitir são perder balas, e encontradas em corpos extendidos no chão, se não, dentro de suas próprias casas, algo assim.

Algo é isso, ou aquilo, ou tudo que possamos e sem explicação – aplicação da vida como ela é, da simplicidade a complexidade subjetiva do que verdadeiramente temos, temos?

Um País, uma cidade, pessoas, entidades e casas – mas o que é o que é que realmente temos?

Em dias de calamidade política, social, financeira – sublinhamos as necessidades, estendemos os braços a gratidão, lançamos-nos a fé – em algo e em tudo superior, mas a o real do fato, dos fatos? Precisamos pagar pela passividade na pulsão de preservação ou do estado de inércia? Portanto tudo está na mesa, da mesa do trabalhador, ao roubo das ruas e hospitais, do trilhões não devolvidos, ao oba-oba entre conchavos-confrades da manutenção do poder,... Pergunto realmente temos o que achamos que temos?

CRIAÇÃO E CRIME ...

Necessitamos pensar na criação de novos pensamentos – Pois é ou não crime, tudo que vem se passando e de forma quase que conjunta, aberta, milionária com dinheiro público? Somente roubar e matar é crime? E desviar, e deixar as pessoas morrerem é ou não crime? Quando me refiro a criação de um novo pensamento da sociedade brasileira, estou tratando do óbvio dos fatos, seja a esquerda, a direita - seja centro - brasileira, baseadas na herança do jeitinho, de tirar vantagem, geramos ladrões do dinheiro que deveria estar investido, ou melhor revertido para a própria população, entretanto o que vemos é o enriquecimento ilícito do sujeito que pautou a vida no conchavo, e promessas, ações interligadas, e o imperioso egoismo do bem próprio.

Mas esse último vejo por vezes uma forte irmandade que coloca em cheque esse egoismo, pois uma sociedade fraterna de jeitosos do jeitinho, e da profunda e longícula corrupção, ou melhor dizendo com todas as letras festa com o dinheiro da população,...

Criação – cria – nascer – criar de uma ação, aqui filosoficamente de uma pensamento novo, aquele que não temos, ou melhor aqui nessa ação, para realmente fazer efeito, seria pensar – pensar e fazer, inclusive diferente. Pois bem devem estar se perguntando, mas como, como? Antes disso deve-se pensar no cenário político e econômico que temos. Nos políticos? Na ação prática deles quase que todos? Na estrutura desse ou daquele governo, mudaria, um ou outro? Aí sim no que podemos. Aí sim a justiça, seja feita e executada, por meio do poder judiciário, aí sim... nossa consciência cidadã como co-responsáveis do que está ocorrendo, pois votando ou não, eu elegi ou deixei que ele fosse eleito.

Uma cabeça bem posta, é aquela que analisa os fatos, ambos os lados, pondera, respeita, mas também trata como deve ser tratada, diria ao menos acompanhemos a lava jato, e o manifesto popular pela justiça, pela honestidade e não pelo lado futebolístico, que o número da camiseta é temporário e por quem pagar mais, é preciso rever conceitos, e desconstruir pré conceitos, pois sempre foi assim, a diferença é que hoje tem informação e muito mais rápida, quase que simultânea a uma nova sinapse, digo, uma nova ideia.

A VIDA COMO ELA É...

Lutamos e lutamos, falando, tentando, desenhando, rebolando na vida e de pouco adianta, e assim caminha a humanidade, pois o que será de nós com tudo o que temos no menu da vida? Política pura zika, no combate por vezes aparentemente paliativo – corrupção sintomática, ações de ataques e ataques á liberdade humana, ou piores... E nosso bel prazer do mais próprio ser, destacamos que não gostamos, porém a vida das relações é política.... A vida como ela é, ou seria são as vidas como elas são?

Permeá-se de como ela é, grandes questões nos interrogam, desejos e anseios – tal como convivência como o outro, potencialmente a ética, numa ficção de busca de não prejudicar o grupo, será que isso ocorre mesmo? Nossas relações são adequadas conforma a ética do grupo? E o que afeta senão a liberdade – que afeta o outro, ou interliga com ética – regras e liberdade, geram o alvoroço, total das... grandes questões da humanidade e também no cotidiano voraz da corrida contra o tempo, portanto pensamos sobre o pensamento?

Há um grande pensador atual chamado Edgar Morin que destaca a importância de organizar o conhecimento, apesar de tudo o que temos por decidir, pelas relações humanas, pelo confuso excesso de informações, e crucialmente pela mobilidade de grandes conexões dadas pelas possibilidades via internet,... Filha do bem ou mal, responsável por algo, ou apenas um grande mercado livre, que as pessoas vão e se servem...

Me veio em mente – esse cara sou eu, como diria Roberto, ou seria o culpado sou eu, do meu espaço, da minhas falhas, dos meus acertos – ou responsáveis e corresponsável... O conhecimento das partes, depende do conhecimento do todo, seja hoje a torcida dos times de futebol, igrejas e lados políticos, algo que sabiamente ...Muitas vezes é a falta de caráter que decide uma partida. Não se faz literatura, política e futebol com bons sentimentos (Nelson Rodrigues).