Editorial
É melhor prevenir que remediar

Começa amanhã em muitos municípios da região a vacinação contra a gripe. Mas, porque é importante se vacinar?

Como acontece anualmente, antes da chegada do inverno, começam as campanhas de vacinação contra a gripe no nosso país.

O objetivo da vacinação é reduzir a circulação do vírus e, consequentemente, o número de hospitalizações e risco de morte devido à gripe, já que o Influenza está relacionado a uma série de complicações como pneumonia e doenças cardíacas, por exemplo.

A gripe é uma doença viral que ocorre com mais frequência nos períodos mais frios do ano, isto é, do outono até o início da primavera. Também conhecida como influenza, ela é transmitida facilmente de um indivíduo a outro, por meio do contato com pessoas infectadas pelo vírus que, ao tossir, espirrar etc., acabam propagando o vírus pelo ambiente.

E já que estamos falando em vírus, não pense que existe apenas um tipo de vírus influenza. Na verdade, são três: os C, que provocam infecções respiratórias mais leves e não causam impacto na saúde pública, e os A e B, que são os que estão relacionados com as epidemias sazonais que acontecem pelo mundo.

Vale destacar que, desses dois últimos, os vírus influenza do tipo A são os responsáveis pelas grandes pandemias e estão classificados em subtipos dependendo das proteínas de superfície, hemaglutinina (HA ou H) e neuraminidase (NA ou N).

A vacinação é a intervenção mais efetiva na redução do impacto da influenza e é por isso que é tão importante que a população não deixe de receber a vacina anualmente. E você sabe a razão das campanhas serem anuais?

O vírus da gripe é danado... Ele muda e se adapta com frequência e, por esse motivo, novas vacinas precisam ser desenvolvidas e distribuídas anualmente. A vacina estimula o nosso sistema imunológico a produzir os anticorpos que ajudarão o organismo a combater uma eventual infecção, e esse processo leva em torno de duas semanas a partir do momento da vacinação.

Portanto faça a sua parte. Vacine-se ou leve, a partir de hoje pessoas dentro do grupo de risco a um posto de vacinação.

Nem tudo mudou

Você provavelmente nunca ouviu falar de Sólon, político grego que deu seu último suspiro há mais de 2 mil anos. Mas deveria. Sólon é considerado um dos pais da democracia porque decidiu que os postos mais importantes do governo deveriam ser ocupados apenas pelos cidadãos mais ricos. Não, você não leu errado, é isso mesmo: quanto mais alto fosse o cargo, mais dinheiro precisava ter o sujeito que quisesse ocupá-lo. Não parece o sistema mais democrático do mundo (e não é), mas antes disso os cargos políticos passavam praticamente de pai para filho, e nem mesmo os “milionários” da velha Atenas podiam participar do governo se não ostentassem um sobrenome importante.

Na teoria, o sistema de Sólon pelo menos dava a qualquer um a oportunidade de governar — bastava enriquecer. Mas, na prática, o governo continuava formado por meia dúzia de homens endinheirados, exatamente como era antes.

De lá para cá, quase tudo mudou: Galileu foi condenado por afirmar que a Terra girava ao redor do Sol; Edison inventou a lâmpada e o direito ao voto tornou-se universal. Mas pelo menos uma coisa continua quase igual: com algumas honrosas exceções, o governo ainda é basicamente formado por meia dúzia de homens endinheirados.

Mas não é só isso, eles são voláteis e mudam de opinião conforme o vento. Quando estão no poder pensam de uma maneira,  quando na oposição mudam completamente o raciocínio.

Para eles o que importa e estar lá. Impunes, imunes e impecáveis.

E como fica o eleitor? Bem, o eleitor fica na posição que sempre ficou,  só escolhe que vai mandar, paga a conta e nada mais.

Literalmente é o empregado mandando no patrão.

Mais brasileiros estão deixando o país

O número de brasileiros que vem deixando o país está crescendo ano a ano. Conforme os últimos dados da Receita Federal, referentes a 2018, 22,4 mil pessoas entregaram a declaração de saída definitiva do país no ano passado. Em 2017, foram 21,2 mil.

A declaração definitiva é obrigatória para quem vai morar no exterior. Os registros de entrega cresceram de forma mais expressiva a partir de 2014, quando o Brasil passou a sentir os primeiros sinais da recessão econômica. Até então, os pedidos de saída definitiva não superavam 10 mil.

A justificativa para tanta gente deixando o país é a falta de emprego. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em fevereiro – último dado – a economia brasileira gerou 173.139 empregos com carteira assinada.

O resultado foi considerado o melhor para meses de fevereiro desde 2014, quando foram criados 260.823 empregos formais. É o melhor saldo para esse mês em cinco anos.

No entanto, a taxa de desemprego no Brasil subiu para 12,4% no trimestre encerrado em fevereiro, atingindo 13,1 milhões de pessoas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Isso faz com que as pessoas busquem alternativas para não ficarem fora do mercado de trabalho, já que muitos são pais e, portanto, precisam encontrar formas de sustentar os filhos e a casa.

O Japão, por exemplo tem sido muito procurado pelos brasileiros. Isso porque o governo do país asiático facilita a entrada de trabalhadores que integram até a terceira geração de japoneses. Recentemente, com o agravamento da falta de mão de obra no Japão, o país liberou a entrada facilitada até a quarta geração.

Mesmo que o crescimento do PIB acelere para 2,5% ao ano, a taxa de desemprego no Brasil só deve ficar abaixo dos 10% a partir de 2021, de acordo com um relatório do banco BTG Pactual divulgado recentemente. Embora a taxa venha caindo, o relatório indica que o ritmo é lento e que o cenário do emprego no país é pior do que parece quando são destrinchados os dados oficiais do IBGE.

Ou seja, esses números ainda devem se manter assim e até piorar pelos próximos dois anos. Uma pena. Com isso, consequentemente muitos deixam de gastar no país, o que acaba não alimentando a economia. É um círculo viciosa ou danoso.

Expoagro é mais que agronegócio

É notória a importância de festas, exposições e shows, nos dias atuais para o fortalecimento da economia, não só para as cidades turísticas como também para aquelas cidades que promovem algum tipo de evento para incrementar a economia, ou seja, usando os eventos para gerar receitas para a localidade. O número de pessoas que viajam para participar de eventos só vem aumentando a cada dia. Em alguns casos o setor é visto como “salvador” para o desenvolvimento econômico e social.

Neste segmento temos a Expoagro que caminha para a sua 15ª edição. Desde o início, quando foi criada como Agroshow em 2005, na primeira gestão do prefeito Berto Silva, já mostrou seu valor e a importância no desenvolvimento de diversos setores da economia, mas precisamente no agronegócio, que é sua principal função.

Mas não é só isso. Não é só o Dia de Campo da Coprossel, que alavanca o setor produtivo, trazendo novidades e tecnologia na produção de grãos.  Não é só nas palestras sobre pecuária leiteira, que motivam o produtor e agregam valores que contribuem para o aumento da produtividade. Sem falar dos leilões de gado, que mostram para o Paraná, a capacidade produtora de proteína animal que a região tem.

Sabemos que quando o agronegócio vai bem a região prospera, pois nossa economia está intrínseca no sucesso do produtor rural. Isso é fato inconteste!

Mas a Expoagro vai além de tudo isso, o evento serve para valorizar outros segmentos, como o comércio a indústria, setores que geram empregos e renda e o que é mais importante, é um atrativo de relativo baixo custo para a população que quer diversão. Como diz a música dos Titãs: “A gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte”!

No mesmo barco

O governo vai continuar a defender a proposta integral de reforma da Previdência, mas as novas regras de aposentadoria rural e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) poderão ser suprimidas se a maioria dos parlamentares decidir.

O assunto é polêmico e necessário e já passou da hora de se discutir e encontrar uma solução para o problema.

Problema sim, pois se continuar como está logo o brasileiro só terá aposentadoria se fizer um plano de previdência privada.

É simples explicar, fazendo um exercício e exemplificando a conta, se você ganha R$ 1 mil por mês e tem uma despesa de R$ 1,5, fatalmente chegará a hora da falência. Simples assim! É o que está acontecendo com a Previdência Social.

O último dado divulgado mostra um rombo gigantesco de R$ 195,2 bilhões em 2018, um aumento de 7% em relação a 2017.

A despesa com benefícios cresceu 5,2% e fechou o ano em R$ 586,4 bilhões. A arrecadação, por sua vez, subiu 4,4%, somando R$ 391,2 bilhões. Os valores são nominais, isto é, não consideram a inflação do período.

E tem mais, um estudo divulgado em 2017,  mostra que em 1992 havia um beneficiário para cada 12 brasileiros. Já em 2015, essa proporção passou para um aposentado ou pensionista para cada sete brasileiros. De acordo com os dados, os idosos com mais de 80 anos passaram de 10,5% para 13%, entre 1992 e 2015. No período, no caso da idade média dos aposentados, o salto foi de 65,6 anos para 67,9 anos.

Isso esclarece que a força trabalhadora, que teoricamente paga a conta, diminuiu e o número de beneficiados aumentou e a tendência é só aumentar.

Então o que fazer?

Bem, o governo vem há anos, tapando o sol com peneira,  tirando dinheiro de outras fontes, para poder arcar com o pagamento de aposentados e pensionistas em detrimento de outras áreas e mesmo assim o barco continua afundando, como você pode conferir nos números acima. A regra é clara, na matemática não existe milagre.

A reforma  da Previdência Social não pode ser tratada com paliativos, pois será preciso cortar a própria carne, inclusive a dos  militares.

Sempre para última hora

Sabe aquela velha frase: “brasileiro sempre deixa para a última hora”?. A gente sabe que não é só uma frase. É incrível a mania de deixar sempre para resolver as coisas quando o prazo está no fim. Algumas vezes ainda só quando este prazo é prorrogado.

Um bom exemplo disso é que falta menos de um mês para o término do prazo para declarar o Imposto de Renda e apenas 23,54% da expectativa da Receita Federal para os contribuintes do Paraná foi atingida.

A Receita espera receber, até 30 de abril - último dia para enviar a declaração do IR – 1.970 milhão de declarações dos paranaenses. Até o final da tarde de ontem, o total de declarações no estado era de 463.900.

Em todo o país, devem ser enviadas 30,5 milhões de declarações. Deste total, apenas 8 milhões de pessoas já fizeram.

Esse péssimo hábito acaba por prejudicar a si próprio. Seguindo o exemplo do Imposto de Renda, nos dois ou três últimos dias todos que ainda estão pendentes resolvem de mandar. Dessa forma, o sistema sobrecarrega, fica lento e as pessoas não conseguem enviar suas declarações.

Automaticamente, ela fica tentando e tentando mandar. Acaba por perder um tempão e por vezes não consegue enviar.

Ou seja, é muita burocracia que poderia ser evitada e que acaba gerando uma série de outros atrasos.

Então, quem precisa enviar sua declaração, queo faça o quanto antes para evitar tudo isso. A Receita agradece.

É preciso coragem para mexer no vespeiro

Após três meses de governo do presidente Jair Bolsonaro, investidores e políticos começam a duvidar de sua capacidade de cumprir promessas de campanha e de dar um pontapé inicial nas reformas econômicas e no combate ao crime, dois de seus principais apelos eleitorais. Já houve momentos neste curto período em que o governo pareceu que iria desmoronar.

Bolsonaro teve perda de apoio popular e antagonizou com um importante aliado, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ao mesmo tempo em que auxiliares palacianos se veem em meio a intrigas e brigas pelo poder. Enquanto isso, a reforma da Previdência está parada no Congresso e sua aprovação é incerta.

A reforma da Previdência divide a opinião de muita gente, infelizmente, muitas pessoas são contra a reforma sem ao menos entender por que a mudança do sistema previdenciário é vital para o país a médio e longo prazo, principalmente para a população mais pobre.

 A conta é simples. Quando nos aposentamos, a sociedade que está atualmente trabalhando passa a nos sustentar por meio de contribuições, compulsórias ou não.

O problema é que o dinheiro arrecadado pelas contribuições não é suficiente para sustentar a gama de aposentados que existe hoje no país.

E por que está cada vez mais difícil fechar a conta – o rombo da previdência?

Basicamente está mais difícil fechar essa conta porque os gastos com os aposentados aumentaram, uma vez que as pessoas passaram a viver mais. O sistema previdenciário atual foi desenhado há décadas e a ideia era que as pessoas que estivessem trabalhando sustentassem os indivíduos que se aposentassem.

O problema é que o sistema foi desenhado baseado numa expectativa de vida menor das pessoas. No entanto, hoje esses limites ficaram muitos baixos, dado que a expectativa de vida aumentou significativamente (45,5 anos em 1940 contra 75,5 anos em 2015). Em outras palavras, o aumento da expectativa de vida das pessoas trouxe uma consequência econômica para o sistema previdenciário: a sociedade tem de sustentar o aposentado por mais tempo.

No entanto, este raciocínio lógico não é compactuado por alguns setores. A oposição, simplesmente não acredita nisso e afirma que há má vontade e que dinheiro existe.

Porém é bom que se diga, o Brasil viveu décadas sob a batuta dos “agora” oposicionistas, que quando no poder, não resolveram a questão, por serem populistas e nunca mexeriam no vespeiro, pois qualquer ação para estancar essa sangria da Previdência,  gera impopularidade, justamente o que o atual governo está percebendo. Então o que fazer?

É preciso articular, justamente o que governo Bolsonaro não está fazendo, pois sem essa articulação,  do jeito a as coisas caminham, a cada dia o consenso entre executivo e legislativo sobre o assunto se distancia cada vez mais e o perigo de um desmoronamento do sistema previdenciário fica cada vez mais latente.

Se for para chorar, que seja de alegria!

É muito comum nos dias de hoje ouvirmos frases como: “A coisa tá feia”; “O comércio está parado”; “A situação vai de mal a pior”; enfim, locuções que já viraram bordões do pessimismo.

Porém essas lamentações, em sua maioria, são proferidas por empresários que não estão alinhados com os mecanismos oferecidos pelo marketing moderno.

Se a situação está feia, como comumente dizem, é preciso encontrar um meio de sair dela, concordar e reduzir investimentos em estratégias de vendas, por exemplo, é uma medida que apenas irá fermentar a massa derrotista.

Pois bem, o período de vacas magras, são ideais para se criar ferramentas que possam excitar o seu negócio.

Tem um velho ditado popular, que diz: “Enquanto eles choram eu vento lenço”. Isso expressa claramente que sempre existe uma saída.

Nesses tempos difíceis, como se diz, existem lacunas que precisam ser preenchidas e refletidas.

Se o seu negócio não está indo bem, o que você está fazendo para reverter a situação? Chorar, apenas vai fortalecer a venda de lenços e engordar a conta de quem vende este acessório, nada mais.

Portanto, criatividade, percepção e dinamismo, são itens indispensáveis para quem deseja dar uma guinada na situação e um “boost” nos negócios.

Mas vale ressaltar, que estes ingredientes, citados acima, não caem do céu e nem aparecem com passe de mágica.

É preciso conhecimento ou “know how”, palavra do inglês muito usada no mundo dos negócios.

Isso explica que atitude de marketing não é só inspiração é também transpiração. É preciso trabalho e dedicação para se montar uma estratégia de sucesso para alavancar os negócios.

Se for uma pequena empresa ou autônomo que não dispões de recursos para a contração de profissionais qualificados para criar uma campanha, você mesmo pode fazê-lo, desde que estude, converse com quem é da área, procure cursos sobre isso e depois de se sentir preparado, teste seu potencial.

Mas, cuidado por uma campanha mal planejada e inconclusa pode piorar ainda mais a situação.

Fora isso, o negócio é se munir de conhecimento e botar a mão na massa.

Acredite, você é capaz. E isso pode mudar o seu mundo!

O rio Iguaçu pede socorro

Atualmente, a humanidade vem se preocupando sempre mais com a necessidade da preservação do meio ambiente. Tal urgência de preservação decorre da deterioração da natureza e do seu uso sem medidas e imprudente.

A humanidade começa a perceber que a proteção ao meio ambiente é um determinante de sua própria sobrevivência, pois, até então, as agressões contra ele eram as mais diversas possíveis. Essa conscientização de protegê-lo é antiga, e por isso mesmo não se deu da maneira como é vista hoje, começando no momento em que o homem passa a valorizar a natureza por ser uma criação divina, mas não chegava a existir uma preocupação em preservá-la.

Se existem aqueles que depredam, poluem, degradam, existem também aqueles que a defendem, que preservam, que recuperam e que dão demonstrações práticas de amor à vida e ao seu criador.

Estes sabem, que o resultado prático da ignorância ambiental é comumente apresentado à sociedade da pior forma possível, e quando o descaso é com o meio ambiente, geralmente as consequências geram danos à incolumidade física e aos bens materiais e imateriais. É o caso das enchentes nas grandes cidades (meio ambiente artificial).

Dando mostras que há luz no fim do túnel, um grupo de pescadores ligados à APPA – Associação de Pescadores Amadores de Sulina, realizou mais uma etapa de limpeza do Rio Iguaçu.

Nessa etapa, foi feito recolhimento de cerca de 700 quilos de lixo, encontrado as margens do rio.

Além de ser o rio mais importante do Paraná e cortar o estado de leste a oeste, o Iguaçu tem uma importância estratégica para o país, já que gera cerca de 7% de toda a energia elétrica produzida no Brasil.

No entanto apesar dá importância que tem para o desenvolvimento de vários segmentos no Estado, o nosso rio Iguaçu, pede socorro.

Porém são poucas as ações, como a que relatamos aqui, praticadas na nossa região. Que a atitude da APPA de Sulina nos sirva de estímulo e exemplo para que outras aconteçam ao longo do Rio Iguaçu, que merece mais que o nosso respeito, merece a nossa admiração e o nosso cuidado.

A vida é uma sucessão contínua de oportunidades

A combinação é interessante: você é jovem, tem um mundo inteiro pela frente, a força e o vigor físico da juventude, muitas ideias na cabeça e um currículo na mão. Falta apenas o primeiro emprego. Já sabe que, por necessidade ou vontade, não dá mais para ficar na dependência dos pais, avós, tios, irmãos, primos ou quem estiver debaixo do mesmo teto que você. Ou mesmo com 16, 18 anos já entendeu que é preciso dar a sua parcela de contribuição para as contas do mês.

Você pode ter terminado ou ainda estar no ensino médio, sonhando em ir para a faculdade. Pode ter parado de estar ou precisando pagar as contas. Seja como for, para entrar no mercado de trabalho, você vai enfrentar um paradoxo: conseguir o primeiro emprego e já ter experiência profissional. Há um choque lógico visivelmente, mas o jeito é se preparar de todos os modos para lidar com esse ele.

Ao contrário do que muitos pensam, as empresas estão engajadas e procurando por profissionais que possuem qualificações específicas, e por isso também valorizam os currículos que possuem cursos técnicos.

Essas empresas visam a valorização de habilidades especiais que são obtidas através da qualificação técnica. Dentre as diversas vantagens de se fazer um curso técnico, a principal é que o curso tem menor duração que a graduação e já permite ingresso no mercado de trabalho rapidamente.

Existem diversos cursos técnicos que estão em alta e que com certeza podem garantir a sua vaga no mercado de trabalho.

No entanto muita gente não tem condições financeiras de arcar com os custos de um curso técnico e dependem do poder público para fazê-lo.

Em Laranjeiras do Sul a prefeitura, através da Secretaria de Assistência Socia está iniciando cursos em diversas áreas, como massagem, maquiagem, artesanato, cabeleireiro, bordado em vagonite, culinária,

corte e costura e lingerie. As aulas estão sendo ministradas no CRAS toda terça-feira.

Quem sabe não está aí a oportunidade de você se qualificar para ingressar no mercado de trabalho ou mesmo tentar uma carreira como autônomo.

Lembre-se que as oportunidades se multiplicam à medida que são agarradas.

Agarre a sua e boa sorte!