GAFES NO RÁDIO

O rádio tem mesmo muitas histórias. Tantas e tão fantásticas que nunca se sabe ao certo se são ou não

O rádio tem mesmo muitas histórias. Tantas e tão fantásticas que nunca se sabe ao certo se são ou não verdadeiras. Uma destas tantas teria acontecido numa emissora de São Paulo, especializada em música sertaneja que atendia pedidos dos ouvintes através do telefone e distribuía alguns brindes como ainda hoje acontece com a maioria das rádios, inclusive aqui na minha cidade.
Locutor:- Quem fala?
Ouvinte:- É o Vicente.
Locutor:- De onde, Vicente?
Ouvinte:- Da Lapa!

Locutor:- Olha aí, Vicente da Lapa! Valendo o kit com camiseta e CD  do Edson e Hudson. Presta atenção! Qual é o país que tem duas sílabas  e uma delas é algo que se pode comer? Prestou bem atenção? Há um país com duas  sílabas e uma delas é uma coisa que comemos todos os dias. Dez segundos para  responder.
Ouvinte:- CUBA!!!
Locutor: (mudo por alguns segundos e algumas risadas no fundo) Tá certo, Vicente! Vai levar o prêmio pela criatividade. Mas aqui na minha ficha a resposta certa era JAPÃO.

Tendo atuado várias décadas no rádio, um velho amigo lembrou-me um fato que posso lhes assegurar ser verdadeiro, pois ocorreu há muitos anos na rádio na qual este escriba trabalhava. A Câmara de Vereadores de Laranjeiras do Sul tinha um horário semanal quando o diretor da casa João Magno Moreira (im-memoriam) relatava as principais atividades dos edis. Certo dia, ele levou ao programa o presidente do legislativo, um senhor que tinha dificuldade com a oratória e ainda mais com a leitura. Lá pelas tantas, com a finalidade de enaltecer o presidente passou-lhe um ofício de certo deputado que conseguira recursos para o município atendendo um pedido do mesmo. Tremendo e gaguejando, o sr. presidente lia a seu modo até que chegou a uma palavra um pouco mais extensa, aumentando então a gagueira e finalizando desta forma: Leia você Joãozinho, porque agora eu me caguei tudo! Devolveu o papel ao diretor que o leu e o programa foi encerrado.

Num programa matinal o locutor informava as condições do tempo quando saiu a vinheta de abertura. Com a voz cavernosa o homem do microfone anunciava tempo bom quando se ouviu um forte trovão. Criativo, ele complementou: PARA A AGRICULTURA

MULHER FOFINHA: O homem olhava a arara com vestidos numa loja de artigos femininos quando uma atendente se aproximou com a finalidade de ajudá-lo.

– Pelo que vejo, o cavalheiro procura um tomara que caia? E ouviu a resposta:

– Não, eu procuro mesmo um tomara que caiba!