PARABÉNS PELA CHARGE DO DIA 17

Parabéns a equipe deste jornal pela charge da edição de 17 de outubro na qual aparece um aluno que escreveu

Parabéns a equipe deste jornal pela charge da edição de 17 de outubro na qual aparece um aluno que escreveu no quadro negro a frase ÇAUVE U DIA DU PROFÊÇÇÔ que, digamos, traduzida quer dizer: Salve o dia do professor. Exageros à parte e sem querer generalizar poderíamos dizer que existe um tanto desta realidade em nossos dias, pois todos os anos, algumas redações e respostas dadas no vestibular se destacam. Não por serem argumentações lógicas, mas no mínimo ridículas. Logo, elas circulam pela internet como as famosas pérolas do vestibular. Sabemos que esta é uma época intensa para alunos em fase de vestibular e Enem. Vejamos algumas destas pérolas. Na redação sobre meio ambiente. O cerumano (ser humano) estingiu os ursos polares da Amazônia. Sobre mudança e evolução. Mudança sim… mas para melhor. Evolução… porquê evoluir? Por que o homem e a natureza estão sempre mudando? Sim, mudar é preciso, pois nós temos que estar sempre mudando, sempre inovando coisas novas. Os mistérios da televisão. A TV se estiver ligada pode formar uma série de imagens, já desligada não. Sobre a importância do trabalho. Trabalhar pra quê? A prova de que o trabalho não é útil é que Jesus Cristo nunca trabalhou. Ele viajou de país em país para difundir o amor, mas nunca trabalhou. Todavia, ninguém foi mais útil do que ele, ninguém o contestará. Sobre literatura. A diferença entre o Romantismo e o Realismo é que os românticos escrevem romances e os realistas nos mostram como está a situação do país. Duas vezes tango. Ditongo é a repetição da música típica mais popular da Argentina. Sobre os animais ruminantes. Os ruminantes se distinguem dos outros animais porque o que comem, comem duas vezes. Definição do nitrogênio. As mulheres produzem estrogênio e nistrogênio, ambos envolvidos no processo de manutenção da gestação. Lembrei a história do aluno que falava e escrevia errado. A professora não se conformava em ver tanto esforço em vão e pacientemente o corrigia. Joãozinho, não se fala CABEU, mas COUBE. Depois de cabeu dezenas de vezes o deixou na sala durante o recreio com a missão de escrever no quadro a palavra COUBE nada menos que cinquenta vezes. Terminado o recreio todos constataram que ele havia escrito COUBE 49 vezes. A justificativa: Não escrevi mais porque não CABEU.

EXISTE A LEI JOÃO DA PENHA? Casada há menos de um ano a jovem liga desesperada para a mãe: Mãe, eu e o Rafael tivemos uma briga terrível. Fique calma filha, são coisas do início do casamento, logo tudo volta ao normal – diz a mãe. Está bem mamãe… mas o que eu faço com o cadáver?

PS. Saudações à Leocádia Ribeiro do Mercado Ribeiro que lê integralmente este jornal, inclusive os classificados e publicações oficiais.