A arma do cristão

Um tanto mais tranquilos, por estarmos superando a pandemia, ocorrida nesses dois dolorosos anos, nova preocupação nos atinge. A realidade

Um tanto mais tranquilos, por estarmos superando a pandemia, ocorrida nesses dois dolorosos anos, nova preocupação nos atinge.

A realidade que se apresenta tortura os corações que buscam se recuperar do recente sofrimento, que levou consigo amores e bens materiais.

Não se imaginava ouvir clamores de guerra em nosso planeta. Pensávamos em um período de refazimento, de certo repouso, depois das terríveis batalhas contra o vírus impiedoso.

Foi com triste surpresa que recebemos as notícias da invasão de um país por uma nação irmã, com suas terríveis consequências.

Isso nos fez descobrir, uma vez mais, quantos de nós ainda ignoramos Deus e os valores maiores da vida.

Mesmo à distância, choramos o sofrimento dos irmãos diretamente envolvidos.

Um mundo que dispõe de tantos meios tecnológicos e com tantas possibilidades de progresso, não precisaria se utilizar da destruição de vidas humanas, por motivo algum.

Reconhecemos que, com nossa inteligência, aceleramos a caminhada na área das ciências, das artes e do bem-estar material.

Mas, não fizemos reinar entre nós a fraternidade e a solidariedade para termos assegurado o bem-estar moral.

É o momento, mais que nunca de potencializarmos o uso daquela arma eficaz que Jesus nos legou para todos os desafios: o amor.

Sabemos que a guerra só deixará de existir, quando os homens compreenderem a justiça e praticarem as leis de Deus.

Quando aprendermos a amar ao próximo como a nós mesmos.

Quando fizermos aos outros somente o que desejamos que os outros nos façam.

A prática dessas máximas é a expressão da mais completa caridade, porque resume todos os deveres do homem para com o próximo.

Essa prática tende a destruir o egoísmo de que ainda somos portadores e guardarmos a certeza de que Jesus não nos desampara.

Quando os homens compreenderem a verdadeira fraternidade farão que entre eles reine a paz e a justiça.

Não mais haverá ódios nem dissensões, mas tão somente união, concórdia e benevolência mútua.

Bem cientes de que a época atual é de transição para um mundo de regeneração, reflitamos:

Essa transformação se encontra inserida no processo de evolução, desde o sermão profético, anotado pelo Evangelista Marcos, no capítulo treze do seu livro.

O Divino Mestre apresentou o sinal dos futuros tempos após as dolorosas ocorrências que assinalariam os diferentes períodos da evolução.

Fenômenos sísmicos aterradores sacodem o planeta, com frequência, despertando a solidariedade de outras nações em relação àquelas que foram vitimadas.

Simultaneamente, armas ditas inteligentes ceifam outras centenas de milhares de vidas, a serviço da guerra, ou de revoluções intermináveis, ou de crimes trabalhados por organizações dedicadas ao mal.

São esses paradoxos da vida em sociedade, que ora vivenciamos.

Que todos nós, saturados do mais elevado sentimento, possamos vencer a nossa guerra interna, embainhando a espada e apresentando, na alma e no coração, a imbatível arma do amor.

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