Parte 2- PCH- Rio do Cobre Energia Limitada

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É um projeto interessante, pois se situa no fundo de um vale, ou seja, um vale profundo, onde não há nenhuma casa instalada na área, que será ocupada pelo projeto. Essas áreas estão sendo negociadas com os proprietários e muitos demonstram interesse em participar do empreendimento. Sendo, cumprida a Lei que se refere à área de preservação do entorno do reservatório, onde pretende-se plantar árvores frutíferas silvestres.
Tudo isso, dentro de um contexto de preservação, de conservação, de bom uso e de sustentabilidade, porque as pessoas vão gostar dessa mata, que irá existir ali, vão gostar também desse lago que irá localizar-se ali, porque será possível fazer coisas nele, bem como, atividades recreativas. Enfim, será um lugar de desenvolvimento. Constata-se que, esta Pequena Central Hidrelétrica, está sendo projetada obedecendo aos requisitos principais de maximização de aproveitamento do potencial hidráulico para a geração de energia, de otimização econômica e minimização dos impactos sociais e ambientais, satisfeitos de forma integrada. O Projeto foi protocolado no IAP em 2014.
O sonho da empresa Rio do Cobre Energia limitada, está cada dia mais real. No dia seis de junho de dois mil e catorze, o IAP, abriu um prazo de quarenta e cinco dias para a entrega de cópias do projeto para os órgãos competentes dos municípios de Laranjeiras do Sul e Marquinho. Serão abordados alguns depoimentos dos moradores da região em que o projeto abrangeu. “No primeiro instante os proprietários ficaram um pouco receosos em saber se seria uma coisa viável, para o município e para os mesmos. Porém, foi passado uma segurança, através das pessoas, que vieram nos primeiros contatos. A principal vantagem, diz respeito a área econômica  com a construção de tanques de rede. Eles ficaram entusiasmados com a ideia, claro querem conhecê-la melhor. Como funciona? O que eles podem estar ajudando? Muitos moradores da região, onde será a PCH, tem que sair para arrumar emprego em Santa Catarina. Então, o que eles pensam, que tendo esse acesso de ter o emprego na região, nem que seja temporário, porque será por um período, irá ajudar que muitas famílias retornem ao município. Nem todos tem a reserva de mata ciliar…”

By Cristiélli Varela Schisler,

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