Meus pets e eu

Como já dizia John Grogan que escreveu Marley & Eu “para um cão, você não precisa de carrões, de grandes

Como já dizia John Grogan que escreveu Marley & Eu “para um cão, você não precisa de carrões, de grandes casas ou roupas de marca. Símbolos de status não significavam nada para ele. Um pedaço de madeira já está ótimo. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Dê seu coração a ele, e ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?”

Sou suspeita em falar, assim como muitas pessoas que conheço. Amo animais pela pureza do coração deles. Recebi várias histórias e vejo uma luta se iniciando na cidade em prol dos animais de rua. Esses animais que não tem dono, são como os nossos de casa, só que não tiveram a sorte como os nossos. Sentem fome e dor. Seria ótimo ter uma Organização. Boa sorte pessoal!

Mas antes de começar, quero dar o meu depoimento. “Quando adotei o Lucky estava na faculdade longe da família, sobrecarga de tarefas, e início de comportamentos deprimidos. Ele logo já se tornou meu chiclete em casa, me seguia onde eu ia, tanto que chegava a ser irritante às vezes, mas era uma devoção que nunca ninguém teria por mim. Ele se tornou mais que um amigo e sim um filho. Exagero? Sei lá! Mas era como sentia. Só não levava pra faculdade porque seria meio excêntrico demais. Ele comeu minhas havaianas, meu sofá, um colchão… era um tsunami, não acreditava que um pinscher tamanho 1,5 pudesse fazer tudo aquilo, mas o Lucky fazia. Mas também sabia quando eu estava triste, pois vinha e subia do meu colo e só ficava ali. Mesmo já velhinho. Sua morte foi tranquila, dormindo. Já cego, sem olfato, surdo. Descansou com 16 anos, mas deixou um buraco no meu peito. Nunca existirá outro porque um afeto não é substituível. Eu devo muito terapeuticamente e emocionalmente ao Lucky, sempre digo que naquela época se ele não tivesse entrado na minha vida, não sei o que teria sido.”

Os animais ajudam a trabalhar afetividade, habilidades sociais, ansiedade, depressão, isso em casa. E também tem a psicoterapia assistida por animais, que é um método terapêutico alternativo e/ou complementar, no qual o paciente, auxiliado por um terapeuta, interage com um animal. Dessa forma, a psicoterapia com animais traz excelentes resultados em questões como: medo; timidez; autismo; psicose; crise de ansiedade; crises emocionais; sociopatias; hiperatividade; timidez patológica; alcoolismo; toxicomanias; alzheimer.

Foi observado que eles auxiliam na autoestima e ajudam os pacientes que se isolam a interagirem socialmente. A medicação é reduzida pela metade; Registram-se menos situações de violência; Diminuem as tentativas de suicídio. As pessoas que têm animais de estimação sabem muito bem os grandes benefícios que eles trazem para o bem-estar físico e emocional. Muitos estudos demonstraram que as pessoas que convivem com animais são mais saudáveis e felizes. 

Por isso, não é de se estranhar que essas nobres criaturas estão se tornando os grandes aliados que contribuem para melhorar o nosso corpo e a nossa mente.

Sem falar que nesta Pandemia devem ter feito muita companhia para seus donos, no isolamento forçado.

Psiclínica – Taiane Franco – Av Santos Dumont ,1267  – (42) 998267433  (46) 999215553

Para dicas, sugestões, elogios> TaianeFrancoPsicóloga (Face) @taianefrancopsico(insta)