• Laranjeiras do Sul, 26 de abril de 2018
  • Versão Impressa
  • Fale Conosco
  • 22º C

    Castro, 26 de abril de 2018

    Hoje

    22º C Ensolarado

    24º C 13º C

    Esta semana

    24º C 16º C
    25º C 16º C
    25º C 15º C
    26º C 13º C
Notícias Policiais

Mãe que enterrou bebê diz que desmaiou após parto e não sabe por que filho morreu

A mulher de 36 anos que enterrou o próprio filho recém-nascido e escondeu até da família, confessou que chegou a dar à luz ao se apresentar à Delegacia de Rio Negro, que responde pelo caso que aconteceu na vizinha cidade de Quitandinha.

Em entrevista, na tarde desta quarta-feira (10), o delegado Sérgio Luiz Alves afirmou que a mãe foi ouvida nos últimos dias e confirmou que apenas ela sabia da gravidez.

Nem sequer os parentes sabiam da gravidez, ela negava quando falavam da barriga e dizia que era outro problema. Após o corpo do bebê ser localizado, ela fugiu, mas veio com familiares depor aqui na delegacia, apresentando várias versões e parecendo ser uma pessoa confusa.

O que temos de concreto, pela versão dela, é que a criança nasceu com vida, em uma gestação de nove meses, e depois acabou morrendo, explicou o delegado.

Segundo Sérgio Luiz, a mãe afirmou que como estava sozinha na residência acabou desmaiando após o parto. Ela disse que viu o bebê mexendo as pernas e apagou. Quando acordou o bebê estava morto. Essa é a versão dela, mas temos que aguarda os exames do Instituto Criminalística para ter certeza do que aconteceu, disse.

O delegado ainda confirmou que não se tem informações sobre o pai da criança. É um rapaz que algumas pessoas do vilarejo que ela vive, na zona rural de Quitandinha, dizem conhecer, porém ele não sabia da gravidez e desapareceu no mundo. Ainda não conseguimos fazer a localização dele, relatou.

O responsável pelo caso ainda falou sobre as características psicológicas da mulher. É uma pessoa com comportamento que não é normal. Ela desde o começo dá várias versões, inicialmente disse que era um feto e só confessou a gravidez porque precisou de ajuda no hospital.

Então precisamos dos exames complementares para definir o que aconteceu, se foi um acidente ou até um caso de assassinato, seja de forma fria ou pelo estado puerpério, que é quando a mulher está abalada, destacou.

Ouvida, a mulher aguarda em liberdade a conclusão do inquérito policial, o que deve acontecer nos próximos dias.

 

Banda B