Que venha a vacina

A guerra política entre governo de São Paulo e governo federal deixa a população muito em dúvida sobre quando efetivamente a vacinação deve começar

Se tem uma lição que 2020 deixou ao mundo é a importância dos profissionais da saúde. Quando se fala em profissionais da saúde, nos referimos desde a recepcionista do hospital, passando pelos enfermeiros (leia-se técnicos também), médicos de todas as especialidades, e claro, os cientistas. Era para eles que os olhos do mundo se voltaram, afinal, seriam eles que trariam o mundo de 'volta ao normal' com a criação de uma vacina contra o coronavírus.
Desde o começo do ano que milhares de cientistas estão em busca de uma fórmula que combata o vírus que se espalhou pelo mundo todo, infectou milhões de pessoas e matou outras tantas.
Mas desde o começo de dezembro, no dia 8 mais especificamente, que a luz no fim do túnel se ascendeu. O Reino Unido começou a vacinar a população, inicialmente do grupo de risco. Uma idosa, de 90 anos foi a primeira a ser vacinada. Cerca de 20 milhões de pessoas devmser vacinados nos países britânicos.
Estados Unidos e Canadá começaram a vacinar em 14 de dezembro. Ambos começaram pelos profissionais da saúde.
Enquanto isso, no Brasil, a guerra política entre governo de São Paulo e governo federal deixa a população muito em dúvida sobre quando efetivamente a vacinação deve começar. 
E para deixar a população ainda mais desesperada, surge a informação da mutação do vírus, apesar de que isso já havia sido divulgada há tempos. Diversos sites, inclusive o Correio do Povo, que existe não apenas uma, mas várias mutações do vírus. Diz-se que o vírus do Brasil não é o mesmo da China, ou dos Estados Unidos por exemplo.
No entanto, as autoridades alertam que os cuidados seguem sendo os mesmos. Certamente que todos já sabem lavar as mãos. Praticar o distânciamento, por outro lado, é coisa que muiita gente não sabe fazer. Que venha a vacina para que as festas, enfim, não seja algo proibido e sim, de celebração realmente.