Mulheres e empreendedoras: como tudo começou

Em 2018 Greidi Cáceres foi mãe e para ficar mais tempo com o filho Antony abriu uma loja de roupas

Em 2018 Greidi Cáceres foi mãe e para ficar mais tempo com o filho Antony abriu uma loja de roupas pela rede social Instagran. Assim também podia cuidar da empresa do marido. Então fez um coquetel de inauguração para a loja. As mulheres compareceram e comentaram como era bom prestigiar um negócio feminino e como as vezes se sentiam isoladas. Assim nasceu o Grupo Mulheres Empreendedoras de Guarapuava. 
Em Guarapuava como em Laranjeiras a Feira Mulheres Empreendedoras ou Feira Ponta de Estoque, são as vitrines para expor os produtos e serviços capitaneados por mulheres que fazem acontecer.
Greidi conta que a união do grupo foi a motivação para formalizar a entidade e planejar novas ações. “A coisa foi tomando uma proporção maior, então foi onde eu trouxe uma equipe junto comigo. Elas me deram algumas ideias sobre o marketing, o jurídico seguindo o propósito de fortalecimento das mulheres. Conforme Greidi, a ideia em 2020 era realizar um workshop, bem como vários eventos agendados. “Havia um planejamento para o ano inteiro… e veio a pandemia”, lembra a presidente.
Então com o advento da Covid-19, o grupo acabou tendo de repensar os planos e os objetivos. “Junto as empresas, estamos tendo de nos reiventar. Mas por incrível que pareça, isso tem nos fortalecido. Há uma intensa troca de experiências. Nosso grupo é dividido por três partes: o fortalecimento do empreendedorismo feminino; o apoio ao desenvolvimento profissional e pessoal e a troca de experiências que elas realizam”, explica Greidi.
Segundo a empreendedora, é até bonito de ver… “porque elas não se enxergam como concorrentes e sim como parceiras, porque nenhum serviço ou produto vai ser igual ao outro, então assim… dentro do grupo a troca é bem assim, pessoal, e elas até compartilham sentimentos. Tenho várias amizades ali e me sinto realizada por causa disso, porque é uma entrega total”, fala com ternura a presidente. Certamente há outros e bons grupos de mulheres empresárias na cidade, mas este tem caído no gosto das mulheres. 
Os números do grupo impressionam. Já são quase 300 empresárias no grupo de whatsapp Business Woman, criado pelas empreendedoras e sempre tem gente chegando. De massagem à caçamba para lixo, de sabonete a pães e bolos, se vende de tudo e ainda há este clima de amizade e respeito. “A gente vai se fortalecer independentemente do número de mulheres que tem dentro do nosso grupo. Greidi conta que nesta semana o grupo resolveu fazer comemoração de forma inovadora. Cada uma vai receber um kit na sua casa para participar online. A gente percebe que é muito além de fazer negócios, um grupo é realmente uma rede de fortalecimento”, finaliza.
 

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