Na causalidade dos distúrbios psicológicos, atuais ou pretéritos, sempre se encontrará 0 amor-ausente como responsável. Animalizado pelos instintos, gerou comprometimentos morais que criam personalidades psicopáticas, exigindo alteração de conduta interior para o equilíbrio.
A conquista do amor é resultado de processos emocionais amadurecidos pela conquista do Si, ao compreendermos nossa humanidade em latência, quando lampejam solidariedade, interdependência social e afetividade desinteressada. Cada conquista enseja mais desenvolvimento.
A matéria, que nos animaliza, é vista de outra forma: o amor demonstra que o próximo não é competidor, mas participante das mesmas alegrias e oportunidades.
Pensamentos de afeto estimulam a produção de enzimas saudáveis, superando toxinas degenerativas. A alegria de viver estimula imunoglobulinas que preservam o organismo. A irradiação psíquica do amor beneficia as pessoas, com ondas de vitalidade.
O Universo é energia que se expande em raios, ondas, vibrações. O ser humano produz estas forças. Acessando o conhecimento, descobre a harmonia em tudo, identificando o hálito do Amor, do qual surgiram os elementos do Cosmo.
As plantas e animais absorvem o amor e sentem sua ausência, vitalizando-se com a ternura, ou definhando em sua falta. O ser humano, mais sensível, vive em função do amor ou desorganiza-se por sua carência.
Amorterapia é o processo para contribuir com uma sociedade mais saudável, justa e nobre. Ao amar a si mesmo, aprende também a amar ao próximo.
Enquanto ódio, ciúme, inveja e sensualidade são destrutivos, o amor emite ondas de paz, segurança, bondade e saúde. Conhecendo sua potência, age terapeuticamente a benefício de si e do próximo. Desaparecem a competição doentia e o domínio egoísta, surgindo condutas de paz, progresso e felicidade.
Da obra Amor, Imbatível Amor, ED. LEAL. De Divaldo Pereira Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis.



