FAMÍLIAS DOMINANTES

(A perpetuação de famílias na política brasileira é uma das causas da crise de representatividade, isto é, sempre os mesmos).

(A perpetuação de famílias na política brasileira é uma das causas da crise de representatividade, isto é, sempre os mesmos).

Só algumas delas:

1ª Os Bezerra Coelho

O legado do clã começa no início do século XX, quando Clementino Coelho se tornou político na região de Petrolina. Seu filho Nilo Coelho foi governador biônico de Pernambuco, senador, e presidente do Congresso durante o regime militar. Fernando Bezerra Coelho é senador, foi ministro de Dilma e dois de seus filhos têm mandato político.

2ª Os Calheiros

Em 1980, Olavo Calheiros Novais, o Major Olavo, foi eleito pela primeira vez prefeito da alagoana Murici. Entre os seus oito filhos, o mais ilustre é Renan Calheiros que se cristalizou no cargo de Senador, posto que ocupa desde 1995 – licenciando-se apenas em 1998 para virar ministro de FHC. Renan Filho, o atual governador de Alagoas caminha para a reeleição.

3ª Os Collor

Lindolfo Collor foi deputado nos anos de 1920 e ministro do primeiro governo de Getúlio Vargas. Seu genro Arnon foi governador e senador por Alagoas. Em 1989, o neto Fernando, então governador do mesmo estado, chegou à Presidência na primeira eleição direta realizada após a redemocratização, mandato ao qual renunciou. Hoje, é senador em segundo mandato.

4ª Os Sarney

Filho de um membro do Tribunal de Justiça do Maranhão, José Sarney assumiu o governo do estado aos 35 anos. Foi eleito presidente após a morte de Tancredo Neves, de quem era vice. Seu filho Zequinha foi ministro dos governos FHC e Temer e hoje é deputado federal. A filha Roseana, foi deputada, senadora e governou o Maranhão por quatro vezes.

5ª Os Barbalho

Deputado estadual no Pará, Laércio Wilson Barbalho teve o mandato cassado pela ditadura. Seu filho Jader, hoje senador, governou o Pará e foi ministro de estado na administração Sarney. Helder, filho caçula de Jader, foi prefeito e chefiou três ministérios, dois no segundo mandato de Dilma Rousseff e um na gestão de Michel Temer. Hoje é candidato ao governo do Pará. (fonte: Veja).

A importância de dizer “Não”

Com certeza, todos nós conhecemos pessoas que têm muita dificuldade em dizer “Não”. Ou até mesmo você, pode ser uma delas. Em geral, são indivíduos de bom coração sempre dispostos a ajudar. É um pai, uma mãe, que nunca consegue dar um sonoro “não” a um filho ou filha. Uma pessoa que empresta seu crédito a um amigo(a) já sabendo que poderá ter que arcar com graves problemas se o amigo não honrar. Então, perde quase sempre o dinheiro e o amigo. A ajuda de um amigo, deveria ser temporária como em casos de doença. Porque o problema começa quando alguns espertinhos percebem o temperamento de uma pessoa generosa e começam a abusar. Seja no ambiente de trabalho, de estudo ou na família, quem não sabe dizer “não” acaba se sobrecarregando. Fica quase sem tempo para realizar todas as tarefas e não consegue reservar sequer um minuto para seu próprio cuidado. Enquanto isso, os que vivem na “sombra e água fresca” não crescem, porque se acomodam nas facilidades da “vida mansa”. Por isso, caso você perceba que precisa dizer “chega” não fique com pena. Coloque um ponto-final nesta situação.

Faltou cortar!

Cortar o que? Oito carros por ministros. A frota do Supremo Tribunal Federal continua com 88 carros de luxo. Carmem Lúcia dirigia um fusquinha. Ótimo. Mas antes de deixar o STF, poderia ter cortado alguns dos 88 carros da super-frota do Tribunal. Até junho, foram 2 milhões de reais gastos só com motoristas. Para cada carro deve ter um motorista. E o combustível? E muito mais…