“Família! Família! Papai, mamãe, titia! Família! Família!”

Segundo Anderson Vicente, sociólogo, “a família é uma unidade social básica constituída por um conjunto de pessoas relacionadas entre si por laços

Segundo Anderson Vicente, sociólogo, “a família é uma unidade social básica constituída por um conjunto de pessoas relacionadas entre si por laços de sangue, casamento, aliança ou adoção, que compartilham da atribuição primária de reprodução e de cuidador dos membros mais novos e mais velhos do grupo; convivendo, em geral, no mesmo ambiente físico (casa, apartamento, barraca, etc.), por um período não estipulado. A família também deve ser compreendida como um conjunto de regras e padrões de comportamentos, que podem sofrer mudanças. Para que a família se constitua enquanto grupo social é necessário levar em consideração duas características importantes: 1) a formação de vínculos de parentesco por laços de sangue, por casamento ou adoção; e 2) o estabelecimento de posições de autoridade dos seus membros, bem como a existência de uma autoridade no grupo”.

Mas a função da família não é só isso né. Ela também é responsável pela nossa modelação parental (amor, resolução de problemas, medos ansiedades). Nossos “faça o que eu faço” e muitos “faça o que eu digo”, quando na verdade também é ”faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”. Seria ótimo né?

E o que é tanto essa modelação e quando ela começa?

Na modelação, o indivíduo aprende tudo pela observação, o que ele vê, ouve no dia a dia, tipo Big Brother Brasil. Foi assim conosco e será assim para frente. E começa desde de bebês, pois já desde de muito pequenos conseguimos observar expressões (não entender ou discernir), mas conseguimos “sentir” o conforto e o desconforto. O que é mais gostoso o colinho da mamãe ou o berço duro, ser balançado ou ficar parado? Assim começamos.

Pode ser que para alguns leitores isso seja arroz com feijão, mas não é para muitos. Sutilezas no comportamento dos pais, parentes, escolas podem sim determinar como será modelada a personalidade dos indivíduos. Introvertido, extrovertido, autoestima baixa ou alta, com autoconfiança ou não, se sentindo adequado ou não.

Muitas crianças chegam as escolas e sofrem bulling. Mas será que na modelação parental ela foi fortalecida a se defender assertivamente, será que seu interior está preparado a se valorizar e não se abalar com o exterior. Por que os agressores, sentem a vulnerabilidade de longe, e logo começam a agredir, quando sentem que a pessoa não reage e fica mal, sente seu prêmio, e continua.

Mas onde entra a família nisso? Em tudo!! A criança do exemplo anterior pode crescer e continuar sentindo essa vulnerabilidade, pela falta da modelação parental.

E o que se pode fazer então. Modelagem. Ai meu jesus cristinho, e o que é isso agora?

Modelagem é um processo de condicionamento operante (já falei sobre isso) é aplicado diretamente nas respostas emitidas por ele. Ou seja, encorajar seu filho, elogiar os ganhos, reforçar positivamente suas conquistas, apontar menos os erros, ou apontar de forma construtiva. Se você já é adulto e sente que não teve isso em casa, pode fazer isso por si mesmo. A primeira, é ver que gostaria de mudar na sua vida e ver como fazer. A segunda é pedir ajuda a um especialista. Psicoterapia ajuda muito nesses casos!!

Psiclínica – Taiane Franco- Av Santos Dumont, 1267.  (42) 998267433 (46) 999215553

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