A dor que dilacera

Fechar o dedo na porta do carro dói muito. Luxação no joelho dói. Dói bater o dedinho do pé no

Fechar o dedo na porta do carro dói muito. Luxação no joelho dói. Dói bater o dedinho do pé no canto do sofá, dói morder a língua, uma dor de dente é insuportável, uma crise de pedra no rim faz desmaiar. Mas o que mais dói é a dor da saudade. Saudade de um irmão que mora longe, saudade de uma festa de aniversário da infância, do campinho de futebol da adolescência ou da mãe que já morreu. Saudade de um amigo que se afastou da sintonia da sua vida. Saudade da terra natal, saudade da gente mesmo, quando se tinha mais coragem e menos cabelos brancos.

Saudades eternas

Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama e foi embora pra sempre. Saudade da pele, do cheiro das roupas, das comidas preparadas por ela, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ela no quarto sem se verem dois dias, mas você sabia que mesmo doente ela estava lá, mas quando o ente querido parte pra sempre, ao outro somente sobra uma saudade que ninguém sabe como combater.

Cadê você?

No sábado que passou, fiz uma homenagem à minha mãe na RCA, que deveria estar completando 87 anos, porém, faz 5 anos que partiu para sempre. Naquele dia a saudade dela me corroeu por dentro, me deu muita saudade da presença dela. Saudade é não saber. Não saber mais se ela continua com gripe no inverno. Não saber mais se ela continua branqueando o cabelo ou esperando aquela festinha de aniversário com direito à salgadinhos e bolo. Não saber se ela ainda usa aquele presente que você deu; não saber se ela foi consultar; não saber se ela ainda continua preferindo aquele refrigerante, se ela continua sorrindo, se ela continua lembrando de você ou talvez sonhando com a sua chegada no Natal ou no final de ano com muitos presentes esperando pelo seu beijo e abraço demorado na porta daquela casa cor-de-rosa onde sempre morei lá no Paraguai. Saudade é não saber, não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como conter as lágrimas quando se ouve uma música, diante de uma fotografia ou finalmente não saber como vencer a dor de um silêncio que nunca mais será preenchido por ninguém.

A minha caneta anotou

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