Governo e Itaipu aplicam quase R$ 7 milhões em saúde na região de Ponta Grossa
Investimentos públicos reforçam estrutura da Santa Casa, com reforma da maternidade e UTI neonatal no município paranaense
A Santa Casa de Ponta Grossa recebeu uma injeção de recursos que promete ampliar o atendimento médico e reduzir filas em serviços essenciais. A Itaipu Binacional aplicou R$ 6,9 milhões na reforma da maternidade e da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal da instituição, em convênio com o Governo do Brasil e apoio de lideranças políticas.
As obras visam modernizar áreas críticas de cuidado a gestantes e recém‑nascidos, segundo representantes da administração hospitalar presentes à cerimônia de entrega das melhorias no início da semana.
Intervenções em ambientes críticos
Diretores da Santa Casa destacaram que as intervenções foram projetadas para otimizar fluxos, reforçar segurança e permitir o uso de equipamentos mais modernos. O diretor‑geral da Itaipu afirmou que parte dos recursos foi obtida por meio de articulações com o poder público federal.
“É uma conquista significativa para a saúde da nossa população. Estamos ampliando não apenas espaços, mas a capacidade de atendimento especializado”, disse um representante da direção do hospital, em pronunciamento oficial.
Autoridades e gestores locais ressaltaram que as melhorias vão beneficiar não apenas moradores de Ponta Grossa, mas também da região dos Campos Gerais que dependem do Sistema Único de Saúde (SUS) para serviços de média e alta complexidade.
Impacto na rede pública
A Santa Casa é uma das principais referências da região para atendimento obstétrico e neonatal, com histórico de alta demanda por leitos especializados. A ampliação e modernização devem reduzir a necessidade de transferências para outras unidades de saúde distantes, segundo profissionais envolvidos.
O aporte financeiro integra uma série de programas de fortalecimento da infraestrutura de saúde pública em municípios paranaenses, que também contam com investimentos estaduais anunciados recentemente para expansão de serviços hospitalares.
Gestores afirmam que o foco dos investimentos é garantir maior capacidade de resposta a emergências e consultas especializadas, com vistas a atender um volume maior de pacientes nas áreas de obstetrícia, neonatologia e cuidados intensivos.



