NÃO HAVIA COMO DIALOGAR

Seguramente muitos causos que contam de nossos políticos são inventados, outros têm um pouco de verdade. O colunista mesmo, conheceu

Seguramente muitos causos que contam de nossos políticos são inventados, outros têm um pouco de verdade. O colunista mesmo, conheceu ocupantes de cargos eletivos pobres em cultura, para os quais ler um bom livro era perda de tempo e pelo que demonstravam também não perderam tempo nos bancos escolares, mas pelo menos eram honestos e leais, virtudes que estão se tornando raras nos dias que vivemos. Sei que muito antes da invenção da informática os governadores estaduais possuíam fichário atualizado sobre determinado município, com dados sobre o prefeito, esposa, filhos, etc.etc. Durante a viagem a um município, o mandatário examinava a ficha e quando desembarcava do carro ou do helicóptero deixava todos de boca aberta ao cumprimentar o alcaide pelo nome, perguntar da esposa também pelo nome e citar outras particularidades do município visitado, o que dava um ar de intimidade e de interesse pela comunidade que o recebia. Contam que na época em que o Paraná era governado por Manoel Ribas, conhecido como Maneco Facão, este recebeu um prefeito do interior que tão logo ingressou no gabinete foi saudado nominalmente e respondeu uma pergunta da forma mais confusa e inesperada. -Seja bem-vindo prefeito (disse o nome), como vai a sua zona? – Uma porcaria – respondeu o visitante, depois que foram embora a gringa e a japonesa, ficaram só umas bruacas e nem vale a pena ir na zona. O homem que confundiu zona com bordel, ouviu a explicação: – Calma, prefeito fulano, eu perguntei como está a zona rural de onde o senhor veio. Nova resposta do homem: – Já lhe disse, a zona ta uma m… sem a gringa e a japonesa e a rural capotaram na semana passada. Prejuízo total, do que sobrou um bom latoeiro faz uma chocolateira. Não se sabe como terminou a audiência do prefeito com Maneco Facão. Contam que outro alcaide estava aguardando durante horas para ser recebido em audiência agendada antecipadamente. Lá pelas tantas, nervoso, depois de consultar o relógio pela enésima vez falou alterado para a funcionária da sala de espera: – Como é…, estou esperando há horas, o homem vai ou não vai me receber? A servidora teria dito: – Só mais um pouquinho, por favor, o governador está atendendo um pessoal que veio de Brasília. E o prefeito nervoso:

– Grande coisa terem vindo de Brasília, eu vim de Del Rey.

O NOME DO JAPINHA. O casal de japoneses foi ao escritório da paróquia agendar o batizado do filho recém nascido, mas nem o pai e nem a mãe haviam pensado no nome do menino. Tentando ajudar, a moça da paróquia lembrou que havia nascido em junho, mês em que se comemoram os santos juninos e teria dito: – Sugiro Antônio! O pai concordou em parte: – Antônio não, é nome muito popular, mas SUGIRO É UM BELO NOME!

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