Giovana Garcia e a força das mulheres

Por ex-aluno do Colégio Sels   Oito de março: o Dia Internacional das mulheres, e portanto, o dia oficial de

Por ex-aluno do Colégio Sels

 

Oito de março: o Dia Internacional das mulheres, e portanto, o dia oficial de tributo e homenagem a todas elas. Eu poderia aqui, sem carência alguma por conteúdo, ressaltar a bravura e as conquistas do sexo feminino como um todo durante a história, e sua honrosa e persistente luta ainda na atualidade. De fato, é inegável a dificuldade em conviver com o ultrapassado preconceito de alguns, e ainda, simultaneamente a pressão do trabalho e possivelmente da criação dos filhos.

Por esta razão e outras, considero que seja conveniente prestar minha singela homenagem a todas as mulheres tomando como imagem uma em específico. Uma mulher que por sinal, executa os dois papéis. E é aos meus olhos, um exemplo nos dois.

Pela minha convivência pessoal com Giovana Garcia, posso afirmar certamente que seu caráter e sua conduta fazem jus a tal título: um exemplo. Isto porque, não bastasse o nobre ato de acolher, proteger e educar o filho, de atualmente sete anos, que passou por uma realidade difícil, com o carinho, a dedicação, e o afeto que superam o limite das ligações sanguíneas; Giovana assumiu um outro compromisso: há dois anos começou a atuar como diretora no Colégio Sels, de Laranjeiras do Sul, em que já trabalhava como professora (e continua).

Desde então, tem exercido esta função não só com prudência, mas de uma maneira simplesmente extraordinária. Seu jeito flexível e compreensivo com os estudantes e seu imenso esforço para promover a educação não são o limite dos seus trabalhos. Isto porque criou com auxílio dos professores, praticamente do zero, atividades extracurriculares no colégio que tem o intuito de tanto ensinar como divertir os alunos. Nestes e noutros fatores eu testemunhei por mim mesmo no meu tempo de aluno, um exemplo admirável de dedicação e humanidade.

Entretanto, também quero ressaltar que os esforços de Giovana como mãe, professora, e diretora de escola privada, não implicam que toda mulher deve seguir exatamente o mesmo rumo. Ser mãe é uma escolha. Ser professora é uma escolha. E ser diretora também é uma escolha, bastante ousada. O que isso demonstra na verdade não é nenhuma obrigação, mas sim a liberdade, a decência, e o poder das mulheres, tão especial para os filhos, ou os alunos, ou colegas de trabalho, ou para toda a humanidade. Felicidades a todas as mulheres e…

PARABÉNS PELO SEU DIA!