Quando a energia também pede um cafezinho

Olá queridos leitores, você já acordou de manhã, tomou café, respirou fundo e pensou: “Meu Deus, eu preciso de outro eu  para dar conta de ser eu?”

Pois é… às vezes o corpo está presente, mas a nossa energia parece ter saído para dar uma voltinha e esquecido de avisar quando volta.

É aí que entra o Reiki.

De forma bem simples, Reiki é uma prática energética que utiliza a imposição das mãos com a intenção de promover equilíbrio, relaxamento e bem-estar. Não precisa entender de chakras, conhecer todas as leis do Universo ou ter uma bola de cristal na sala. Basta estar disposto a parar por alguns minutos e se permitir receber.

Durante uma sessão, muitas pessoas relatam uma sensação gostosa de calma, leveza, acolhimento e desaceleração. É como se alguém apertasse o botão “silenciar notificações” da nossa mente por alguns instantes. E vamos combinar: tem dias em que esse botão deveria vir de fábrica!

O Reiki também pode ser um convite para olharmos para nós mesmos com mais carinho. Afinal, cuidamos do celular, do carro, da casa, dos filhos, do trabalho… mas quem cuida de quem está cuidando de tudo?

Energia também precisa de manutenção.

E não estou dizendo que Reiki substitui médico, psicólogo ou qualquer tratamento necessário. Ele pode caminhar junto, como uma prática complementar de autocuidado.

Talvez o maior presente do Reiki seja justamente nos lembrar de algo que esquecemos na correria: nós também precisamos parar.

Respirar.

Sentir.

Recarregar.

Porque até o celular avisa quando está com 5% de bateria… e a gente insiste em continuar funcionando no vermelho.

Então, da próxima vez que sentir que sua energia está pedindo socorro, talvez seja hora de diminuir o ritmo, respirar profundamente e perguntar:

“Do que eu preciso hoje?”

Às vezes, a resposta não vem em palavras. Vem em forma de silêncio, acolhimento e um pouquinho de paz.

E, claro… depois pode tomar um cafezinho. Sem açúcar, se for do seu gosto.

E te espero para uma sessão de Reiki .

Gratidão pela leitura.