Cenas de família (Parte 2)

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A família é ainda a maneira mais eficaz de colaborar para o desenvolvimento da sociedade. E ela também é um meio privilegiado de participação na vida e na missão das religiões. Essa missão a família a cumpre convivendo com outras famílias no plano social e também em grupos, movimentos ou encontros.

Antigamente, os velhos patriarcas eram simplesmente os chefes, decidiam tudo e pronto. A mulher e os filhos deviam-lhe respeito e obediência. Naquele tempo o homem namorava e casava em primeiro lugar para ter muitos filhos. Em segundo lugar para encontrar na esposa um auxílio e para dar a ela proteção, e em terceiro lugar, para ter para si e proporcionar à esposa uma ocasião legítima de convivência íntima. Ambos sentiam-se obrigados pelo dever de guardar a fidelidade mútua e de dedicar-se a criação e educação dos filos, sempre numerosos.

A família tornava-se, assim, uma sociedade perfeita, fechada em sim mesma. Uma instituição quase autossuficiente na educação dos filhos, na segurança econômica e na proteção de seus membros e em tudo o mais que a relacionasse com a sociedade e com as outras famílias.

Escolas, supermercados, cinemas eram raros. A grande maioria das famílias vivia no mundo rural. Grande número de filhos era uma força de trabalho. Havia entre todos uma grande união familiar e todos se ajudavam mutuamente. Como dizia o avô: O pai era o chefe, dele dependiam a mulher e os filhos até no nome. Machismo? Não naquele tempo.

A mãe era a rainha do lar e uma trabalhadora incansável na moldagem do coração dos filhos e nas lidas domésticas. Havia sacrifício, havia felicidade, havia amor.

A família estava sempre toda reunida. Principalmente a noite todos se encontravam ao redor da mesa. Era um momento privilegiado de comunicação e comunhão familiar e de oração.

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