Em busca da paz

Reinoldo Back é colunista do Jornal Correio do Povo desde 2004.
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Ano-novo, sonhos de justiça e paz na Terra! No dia 1 de janeiro de 1942 – há 80 anos -, 26 governos do mundo, sob a liderança dos Estados Unidos, União Soviética, Reino Unido e China, lançaram a “Declaração das Nações Unidas contra o nazismo”. Eles se comprometiam em esforço unitário de guerra, a travar uma luta comum contra forças selvagens e brutais que procuram subjugar o mundo”. Prometiam empenho “até a vitória completa” contra o eixo nazifascista constituído por Alemanha, Itália e Japão. O governo brasileiro não aderiu de imediato, mas ainda naquele ano assinou a Declaração.

Ela foi o embrião da criação, em outubro de 1945, da Organização das Nações Unidas (ONU), terminada a Segunda Guerra Mundial, que deixou 55 milhões de mortes.

Houve também um verdadeiro cinismo por parte dos países que lançaram a Declaração das Nações Unidas: só da Ditadura de Stálin na União Soviética deixou mais de 100 milhões de mortos.

Os mortos na China de Mao nunca foram revelados. São os historiadores que contam.

Viver em paz

Há três coisas sobre viver em paz que você nunca deve esquecer. Paz nunca significa viver sem dor. Você perde a paz não quando está com problemas, mas quando deixa de estar ligado a Deus e não cumpre os seus deveres. Você deve esperar a dor e não se perturbar com ela. Os nossos modos de vida padronizados de agir, não são fáceis de abandonar. Não se perturbe. Deus jamais é a fonte de nossa ansiedade é a inimiga da paz, não pode vir de Deus. Trate a ansiedade como a tentação que é. Não é possível preservar a paz, perdendo-a. (John Kirvan)

Cultura da paz

A casa é o primeiro mundo da criança. Quando apresentada ao mundo exterior, ela compreenderá este a partir da própria casa. Assim, se desejamos cultivar a paz, devemos cuidar do ambiente que oferecemos. É preciso evitar discussões e agressões na presença da criança, pois as palavras rudes que ouvir e os gostos hostis que observar, serão referências para a vida adulta. Habituar a criança a ouvir e a dizer palavras gentis, “por favor”, “com licença”, “obrigado”, “desculpe-me”, “eu te amo”, é cultivar a paz. Ao agir com delicadeza, dialogar diante dos problemas, respeitar diferenças e necessidades de todos os familiares, os pais dão exemplos que influenciarão diretamente no comportamento da criança e na relação de paz que terá com o mundo.

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