Provérbio Brasileiro

“Em casa de ferreiro, espeto de pau”. O provérbio é brasileiro, mas todas as culturas têm frases que expressam ironicamente

“Em casa de ferreiro, espeto de pau”. O provérbio é brasileiro, mas todas as culturas têm frases que expressam ironicamente a mesma verdade. Aliás uma verdade bastante larga, porque o provérbio pode significar o não uso dos próprios bens, a não valorização dos próprios dons.

Mas pode significar também que em boa família apareça um bandido; o padre, ou o pastor, que vive falando da confiança em Deus, pode desesperar na hora da desgraça; o filho do diretor do maior colégio da cidade pode não passar no vestibular.

Todos conhecemos situações parecidas. O provérbio pode também ser entendido como conselho; cada um se defenda com os meios que tem à mão, porque eles são os melhores, já que os outros não estão ao alcance da mão.

Provérbio Russo

“É inútil preocupar-se com os cabelos, quando se está prestes a perder a cabeça”. Há momentos na vida que expressam bem o significado desse proverbio russo. Alguns exemplos: não posso usar calças, porque não tenho cinto; não posso ir à igreja, porque não tenho sapatos; não posso ajudar ninguém, porque sou pobre.

O que é mais importante: a calça ou o cinto? O culto ou os sapatos? O provérbio fala também para quem grita; porque alguém deslocou o pente; ou ameaça matar, porque alguém lhe “fechou” o carro; explode em cima da mulher, porque a gravata está amarrotada;

Há outro provérbio parecido: Por que se preocupar com os anéis, se você vai perder a mão? Na verdade, o provérbio nos adverte a considerar a proporção das coisas.

(Frei Clarêncio Neotti o FM)

Oração do século XXI

Senhor, fazei de mim um meio de vossa comunicação.

Onde tantos jogam bombas de destruição, que eu leve  a palavra de união.

Onde tantos procuram ser servidos, que eu leve a alegria de servir.

Onde tantos fecham a mão para bater, que eu abra o coração para acolher.

Onde tantos endeusam a técnica, que eu saiba humanizar a pessoa.

Onde a vida perdeu o sentido, que eu leve o sentido de viver.

Onde tantos me pedem um peixe, que eu saiba ensinar a pescar.

Onde tantos me pedem um pão, que eu saiba ensinar a plantar.

Onde tantos escravizam pelo poder, que eu saiba libertar para a comunicação.

Onde tantos sofrem de solidão na multidão, que eu leve o encontro com alguém.

Onde tantos só olham para a terra, que eu leve o olhar para o céu!

(Pe. Ottílio Ignácio Hartmann S.J)

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