Acusado de matar “Drica” e ocultar cadáver é recapturado

Os últimos dois fugitivos da Penitenciária Industrial de Cascavel (PIC) foram recapturados na quarta-feira (29). Ainda estavam foragidos Rafael Gomes dos Santos Moreira, 27 anos, condenado por latrocínio, e Luiz Carlos Fernandes, 32 anos,  acusado do assassinato e ocultação de cadáver de Drica, condenado por homicídio e que ainda tem passagem por estupro. 
A Polícia Militar de Cascavel chegou até os dois depois da denúncia de um mototaxista. Segundo o tenente Wellinton Bastos, o homem desconfiou dos dois devido as roupas que usavam e o corte de cabelo baixo, que é feito em todos os presidiários. Além disso, os dois haviam pedido uma corrida até Lindoeste. 
Depois de desconfiar, o mototaxista abordou uma viatura da Patrulha Escolar, que com o apoio da Radiopatrulha, encontrou os foragidos em um orelhão, no Bairro Jardim União, em Cascavel. 
Ao serem abordados, eles tentaram confundir os policiais, informando nomes falsos, mas acabaram reconhecidos. Na delegacia, eles deram poucas informações obre a fuga e com quem estavam tentando falar no momento da abordagem. A PM desconfia que pediam para que alguém fosse buscá-los. 
Os detentos ainda estavam de posse de um alicate, possivelmente a ferramenta usada para a fuga. 
Caso Drica
Luiz Carlos Fernandes, conhecido como Nego, é acusado de matar e esconder o cadáver de Adriana da Luz da Cruz (Drica), em 2011. Na época, o delegado responsável pela 2º SDP, Bradock, descobriu a localização do corpo e anunciou Nego como autor. 
Segundo o delegado, os mandantes do crime seriam o ex-marido da vítima, Pedro Konjusnki Sobrinho e seu irmão João Konjunski. Este foi preso em fevereiro deste ano. Já o outro esta foragido.