Diagnosticado
aos 9 anos com Distrofia Muscular do tipo Duchenne, Leandro Souza de
Lima, de Reserva do Iguaçu, hoje com 16 anos, luta contra o tempo.
Isso porque a doença é regressiva e não tem cura, mas um
tratamento a base de terapia com células-tronco, oferecido somente
na Tailândia, pode aumentar sua expectativa de vida e, talvez,
melhorar seu quadro clínico. No entanto, o valor é alto e, para
ajudar, muitas entidades do município iniciaram uma campanha para
arrecadar o os R$ 150 mil necessários.
Segundo
a mãe do adolescente, ele teve uma vida normal até os 8 anos. A
partir daí, começou a apresentar fraqueza nas pernas, caindo
facilmente, e quando sentava no chão, precisa de ajuda para
levantar. Após algum tempo os pais de Leandro o levaram para o
hospital, e um exame de sangue confirmou a doença. Desde então ele
iniciou os tratamentos como fisioterapia e medicamentos.
A
doença simplificadamente falando vai paralisando os membros de baixo
para cima, ou seja primeiro as pernas, depois cintura, braços, fala
e, por último o coração e o diafragma.
Há
pouco tempo o fisioterapeuta de Leandro, depois de muito pesquisar
descobriu que existe um tratamento para a doença. A família precisa
de R$ 150 mil para realizar o tratamento na Tailândia. A mãe de
Leandro diz que já arrecadaram um pouco de dinheiro, mas ainda falta
muito para chegar a quantia que precisam.
Quem
quiser e puder contribuir pode depositar em uma conta criada para
Leandro:
Banco
do Brasil, conta poupança 829-x, agência 8277-5, em nome de Leandro
Souza Lima, ou para obter mais informações, entrar em contato com a
Apae no telefone (42) 3675-1377.
Conheça
a história completa de Leandro e saiba mais sobre a Distrofia
Muscular do tipo Duchenne na última edição do jornal que já está
nas bancas.



