Corpo encontrado ao lado de seringas é de enfermeiro desaparecido há um mês

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Um corpo encontrado em alto grau de decomposição na zona rural de Colombo, região metropolitana de Curitiba, na manhã desta quarta-feira (10), é do técnico enfermagem Everson Cogiski, de 38 anos, desaparecido desde o dia 11 de dezembro. 

A principal hipótese é que ele tenha ido até a zona rural da cidade metropolitana, em uma área de matagal, para cometer o suicídio. Um morador da região foi quem achou o corpo e chamou a Polícia Civil.

Junto ao técnico de enfermagem foram encontradas seringas e documentos pessoais, além da aliança de casamento. Apesar do avançado estado de decomposição, o delegado Erineu Portes, da Delegacia de Colombo, disse não ter dúvidas de que trata-se de Cogiski. 

“Pelos documentos pessoais, roupa, mochila, cartão, aliança e até seringas e soros, é o corpo do técnico de enfermagem. Um morador encontrou e nós fomos fazer as buscas, confirmando a informação”, explicou.

Ainda de acordo com o delegado, o técnico enfermagem planejou o suicídio. “A causa da morte é cedo de apontar, mas dá para perceber que o local foi preparado para o suicídio. Foi algo tramado por ele”, salientou.

Corpo encontrado ao lado de seringas é de enfermeiro desaparecido há um mês

Everson Cogiski desapareceu durante o horário de trabalho na tarde do dia 11 de dezembro. Ele trabalhava em um hospital no bairro Batel, em Curitiba. Imagens de uma câmera de segurança mostram o momento em que o enfermeiro deixou o trabalho, sem dar nenhuma explicação aos colegas.

Corpo encontrado ao lado de seringas é de enfermeiro desaparecido há um mês

Logo após o desaparecimento, a esposa de Everson, Prescila Krug, disse à Banda B que a família estava desesperada. “Por volta das 15h ele saiu, quando o horário normal era às 20h. Foram ver na câmera de segurança e desapareceu sem avisar ninguém. Está incomunicável, sem celular e nem nada”, lamentou na época.

Everson era pai de duas meninas e nunca apresentou nenhum comportamento anormal, segundo a família. Ele trabalha no hospital há 11 anos, sempre mantendo um comportamento correto.

Banda B

 

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