Sete pessoas foram
presas em Guarapuava, acusadas de fraudar a Previdência Social. Três
são funcionários da agência do INSS. Nesta quinta-feira, as portas
ficaram fechadas por duas horas e meia. Parte dos servidores também
não pode entrar. Dentro, policiais federais e peritos do Ministério
da Previdência cumpriram mandado de busca e apreensão de
documentos.
Três funcionários
foram presos acusados de fraudar a Previdência. Em troca de
dinheiro, eles concediam benefícios a quem não tinha direito. A
fraude mais comum era o auxílio-doença. Outras quatro pessoas
acusadas de participar do esquema foram presas e levadas para
delegacia da Polícia Federal.
As investigações
começaram em fevereiro deste ano. Segundo a PF o esquema fraudou 80
benefícios e causou um prejuízo de mais de R$ 700 mil aos cofres da
Previdência Social. De acordo com o delegado da Polícia Federal
Carlos Eduardo Bianchi, os presos ficarão custodiados pelo prazo
máximo de cinco dias na carceragem da Polícia Civil. É possível
que depois da análise dos documentos sejam identificadas outras
fraudes, admitiu o delegado. As investigações estão sob sigilo.
Por isso, nem o nome dos presos nem os cargos foram revelados pela
Polícia Federal.
* Com informações do
Paraná TV.



