A polêmica eleição da diretoria do Clube Operário ganhou mais um capítulo
na última semana. A juíza da Vara Cível, doutora Marcela Simonard
Loureira,
deferiu liminar que suspende a posse da diretoria eleita, devolvendo a
presidência do clube a Darci Massuqueto.
O pedido foi feito por
Teófilo
Piaceski, após a eleição realizada dia 30 de abril. Entrei com a ação
porque houve muita irregularidade. Queremos provar que a chapa Operário
para os Operarianos apresentou recibos expedidos fora de época, disse
Piaceski.
Segundo ele, a chapa de Leoni Luiz Meletti, eleita à
presidência, permitiu que um associado irregular constasse como candidato
a
vice-presidente. O estatuto diz que pode votar e ser votado somente quem
estiver em dia com as obrigações do clube.
A informação de
irregularidade foi desmentida por Tilim. Ele afirmou que o associado em
questão, Valter Becker, teria em mãos o recibo de pagamento. Foi uma
artimanha para tentar ganhar a eleição, atacou. Além disso, o Valter
não
votou. Dia 17 de abril eles entregaram uma relação de sócios, dizendo que
o
Valter estava em dia. Depois que registramos a chapa, eles informaram que
o
Valter não estava em dia, que haviam se enganado, explicou.
Até que
o
processo seja decidido, a posse de Tilim fica suspensa e a presidência
permanece com Darci Massuqueto. A chapa Operário para Operarianos
informou
que já entrou com recurso e que irá provar que Valter Becker estava em
dia
com o clube.



