Curtir uma fossa nunca fez mal a ninguém, mas viver no mundo da solidão, segundo estudos recentes, faz sim. Realizado em Liverpool, a pesquisa mostrou que pessoas mais solitárias e com vida social ‘inativa’ são mais propensas a contraírem doenças cardiovasculares e circulatórias.
Isso porque elas tem uma pré disposição por manterem hábitos nocivos, como vícios (beber fumar) e não praticar esportes. Há ainda uma explicação orgânica, em que afirma que a companhia de amigos reduz a produção de cortisol, hormônio ligado ao estresse.
Outro fator analisado, foi a queda dos glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do corpo. Com a imunidade mais baixa, fica mais fácil contrair doenças, além de que o sono é outra área afetada pela solidão extrema.
E já sabemos que dormir mal ou pouco compromete todo o organismo, podendo desencadear depressão e outros distúrbios psicológicos.
A lição é velha. Tudo que é demais faz mal, então sair mais, ver amigos, conversar, pode ser muito bom para a saúde de quem está deprimido ou mesmo acostumado com a ficar longos períodos sozinhos.



