Asuspeita de que o preço do pedágio não condiz com as obras executadas no trecho oeste da BR 277 entre Guarapuava e Foz do Iguaçu. O projeto original previa duplicação de 184 quilômetros, mas apenas 42 foram executados com os aditivos. 85% de marginais deveriam ter sido construídas, mas nenhum quilômetro foi feito.
A concessionária deveria ter construído 63 quilômetros de intercessão-cruzamento, mas nada fez. De acordo com o documento a Ecocataratas está cobrando cerca de 35% a mais do que deveria conforme contrato firmado com o Governo Estadual no fim da década de 1990.
Os números surpreendem e, de acordo com o Secretário de Infraestrutura do Tribunal de Contas da União, o assunto precisa ser tratado com mais seriedade, tanto pelo governo, quanto pela empresa.
O Tribunal determinou que a Agência Reguladora do Paraná, a Agepar, apresente novos documentos, como planilhas de custos e o cronograma de obras para o trecho concedido a Ecocataratas, além de uma análise do valor da tarifa.
O Tribunal também quer que a Agepar aumente o rigor da fiscalização sobre as obras das rodovias pedagiadas do estado. A Ecocataratas e a Agepar terão um prazo para se posicionar sobre a determinação do Tribunal de Contas do Estado.
Os responsáveis podem ser multados e o processo pode ser encaminhado ao Ministério Público.
Fonte: Catve



