A direção da Araupel pediu a reintegração de posse das terras
que foram invadidas ontem (17) por um grupo do MST. A empresa elaborou um
dossiê com documentos provenientes dos cartórios públicos do Paraná, informando
a cadeia sucessória do título nominal daquelas áreas desde o tempo imperial até
a compra em 1972. A Araupel está no centro de uma discussão, que é a questão
agrária, servindo de ferramenta para fomentar o discurso de senadores e outros
políticos que estão usando uma suposta ilegalidade, sem sequer nos perguntar se
existe a documentação, para promoção própria em época eleitoral, informou a
empresa em uma rede social.
Segundo informações da Araupel ao Bom dia Paraná, somente o
valor das máquinas que estão na área ocupada pelo MST gira em torno de R$ 20
milhões.



