Depois da maratona, o carinho. A Chapecoense foi recebida com salva de palmas e tratamento especial em Maracaibo para estreia na Libertadores. Assim que chegou à Venezuela, o clube percebeu que qualquer rivalidade ficará somente para quando a bola rolar, terça-feira, às 21h30 (de Brasília), diante do Zulia, pela abertura do Grupo 7. Antes disso, o governo local se colocou à disposição para toda necessidade da delegação, que encarou quase 30 horas de viagem.
Da saída de Chapecó, na noite de sábado, após a vitória por 2 a 0 sobre o Criciúma, até o pouso em Maracaibo, a Chapecoense fez ainda longas conexões em São Paulo, onde passou a primeira noite, e na Cidade do Panamá. O desembarque na Venezuela aconteceu por volta da 1h da madrugada (horário local, 2h de Brasília). Ainda no saguão, antes mesmo de passar pela imigração, os jogadores foram bastante assediados.
A cena já tinha acontecido no Panamá, quando a passagem dos homens de verde atraía celulares de curiosos e até novos torcedores, como uma família chilena que fez questão de prestar solidariedade pelo acidente de 29 de novembro. As baixas no grupo que chegou a Maracaibo são Wellington Paulista e Andrey Girotto, que tiveram problemas na documentação ainda em São Paulo e são esperados durante a segunda-feira.
Fonte:g1



