Dança dos técnicos: maior longevidade do Brasileirão tem pouco mais de um ano

As
oito trocas de treinadores em sete rodadas de Campeonato Brasileiro
aprofundaram uma característica do futebol brasileiro: o curto tempo
de vida dos técnicos nos seus clubes.

Para
relembrar: o Grêmio trocou o experiente Luiz Felipe Scolari pelo
ex-jogador Roger, que está começando a carreira de treinador.
Fluminense tirou Ricardo Drubscky e trouxe Enderson Moreira de volta.
O São Paulo contratou o colombiano Juan Carlos Osório para a vaga
de Milton Cruz. Já o Palmeiras trocou de Oliveiras: demitiu Oswaldo
e trouxe Marcelo, que estava no Cruzeiro. O Cruzeiro chamou Vanderlei
Luxemburgo, que estava no Flamengo. O Flamengo, por sua vez,
contratou Cristóvão Borges. O Joinville trocou Hemerson Maria por
Adilson Batista e o Coritiba demitiu Marquinhos Santos para chamar
Ney Franco.


Com
as mudanças, a maior longevidade passou a ser de Eduardo Baptista,
técnico do Sport Recife desde fevereiro de 2014. Dos 20 treinadores
da Série A, apenas quatro iniciaram seus trabalhos na temporada
passada: Levir Culpi no Atlético Mineiro, Argel Fucks no
Figueirense, Guto Ferreira na Ponte Preta e Eduardo Baptista no
Sport. Doriva foi contratado pelo Vasco ano passado, mas já no final
da temporada.