Meu dia a dia é como de
uma pessoa que não possui deficiência, pois sempre digo que
deficientes são aqueles que não querem enxergar o que podem fazer
e não querem fazer. É assim que o jovem Jhonni Oliveira, 23
anos, encara sua deficiência física. Há poucos dias do Dia
Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, o Diário Correio do
Povo buscou conhecer a história do rapaz que nasceu com
mielomeningocele. Doença que pode afetar 1 em cada 800 bebês.
Oliveira conta que nasceu
com a espinha aberta, o que caracteriza a doença, mas que isso não
afetou em nada o seu crescimento e desenvolvimento. A enfermidade
apenas afetou a sensibilidade das pernas, afirma.
O rapaz tem uma vida
normal, como de quaisquer outras pessoas. Sempre estudei em
escolas normais. Vou em baladas, mas não com muita frequência, vou
na casa de amigos e claro, na igreja, fé acima de tudo, destaca.
Oliveira estuda jornalismo em
Cascavel e trabalha normalmente porém, dentro das suas
possibilidades.
Ele conta que possui uma
cadeira motorizada que ganhou de um ex vice-prefeito da região.
Sou bem
independente, então vou sozinho a quase todos os lugares. Apenas
preciso de um acompanhante se vou a estabelecimentos que possuem
escadas, esclarece.
Para finalizar o rapaz
deixa uma mensagem. Todos podem o que quiser, basta haver
esforço.
Confira
reportagem completa na edição desta sexta-feira no Jornal Correio.



