O poder da mente no casamento

Uma terapeuta norte-americana chamada Susan assistiu a um seminário sobre casamentos e ouviu do palestrante a frase: Seu marido se tornará aquilo do que for chamado. Na saída do evento, ela e o marido fizeram piada com a informação e Susan o chamou de magro e ele disse que ela era sexy.

Mas a terapeuta levou a coisa a sério e passou a chamá-lo de magro e fino sempre que encontrava oportunidade. Durante mais de uma década, seu marido pesou sempre próximo de 100 quilos e não conseguia emagrecer, até que desistiu de vez de tentar perder peso. Ocorre que, apenas dois meses de receber os apelidos da mulher, ele havia eliminado oito dos seus 97 kg.
A experiência real de Susan faz parte do livro The Woman Men Adore…and Never Want to Leave (As mulheres que os homens adoram e nunca querem deixar), do terapeuta americano Bob Grant, também conhecido como Dr. Relacionamento.
A mensagem é clara: os homens devem ser treinados. Segundo ele, o que fez a terapeuta foi aproveitar uma oportunidade para influenciar o parceiro a se tornar aquilo que ele gostaria, aumentando sua autoconfiança. Ela tomou uma decisão e a manteve de maneira proativa e consistente até que enxergasse os resultados que queria – no caso, deixar o marido mais magro, disse em seu blog.
O que aconteceu com Susan e o marido encontra explicação numa teoria conhecida como profecia autorrealizadora. Você diz tanto que uma pessoa pode dar dar certo, que ela dá certo  mesmo. Mas o contrário também pode acontecer. Por isso essa ferramenta deve ser usada com sabedoria.
Antes de lançar mão da sugestão, as terapeutas afirmam que é necessário lidar com conceitos errados. Algumas mulheres demonstram conformismo, acham que os maridos sempre foram assim e que não vão mudar, alimentando o mito de que são obrigadas a viver solitárias.