O Centro Médico Hospitalar São Lucas recebeu ontem (1º) R$ 400 mil em recursos da deputada federal Leandre Dal Ponte.
Ela esteve em Laranjeiras do Sul e à direção, médicos e colaboradores anunciou a liberação do valor que deve ser aplicado para ampliação do centro cirúrgico obstétrico.
A necessidade de ampliar o espaço deve-se ao hospital ser o único do município que atende pelo Rede Mãe Paranaense’ desde março deste ano. Além disso, municípios vizinhos, como Rio Bonito, Porto Barreiro, Marquinho e Nova Laranjeiras também são atendidos pelo São Lucas.
Centro obstétrico
O presidente da Organização São Lucas, Isac Kei Yamazaki, lembrou à deputada que ela esteve na instituição antes da reforma e havia prometido ajudar. Disse à época que não acredito em política, mas agora só tenho a agradecer, brincou.
Segundo ele, o valor será destinado para ampliação das salas de partos, além da compra de equipamentos. Precisamos ampliar para poder atender a todas as mães, já que somos o único que realiza partos pelo ‘Mãe Paranaense’, frisou dr. Isac.
Ele declarou que são atendidas mensalmente uma média de 150 mães pelo SUS.
Com essa verba podemos melhorar todo o atendimento obstétrico e pediátrico, reiterou. Yamazaki afirmou ainda que tem buscado auxílio de outros deputados e governo estadual para poder melhorar a estrutura, equipamentos, visando sempre o atendimento à população.
Resolutividade
A deputada Leandre lembrou que entrou na política por ter a Saúde como sua bandeira. Normalmente para poder ajudar as pessoas deve ser de forma coletiva. Não posso atender aos pedidos um por um. Destinando recursos para uma instituição, seguramente será destinado a ajudar o coletivo, disse.
Segundo ela, levar uma emenda ao São Lucas significa resolutividade, pois assim muitos pacientes não precisarão ir para Curitiba e outras cidades para receber atendimento.
Essa emenda partiu dessa iniciativa, do objetivo de encurtar a distância entre o tratamento e o atendimento para quem está precisando, alegou.
A parlamentar falou ainda que vem trabalhado muito a questão da 1ª infância, pensando que se mudar o começo da história, muda toda a vida da pessoa.



