Antonio Carlos Dominiak (PR), o Toninho, é o representante da coligação
Mão amiga – Juntos somos fortes. Ex-secretário de Finanças de Diamante do
Sul, ele conta com o apoio do PR, PTB, PDT e PT na corrida pela prefeitura
de Campo Bonito. Veja suas principais propostas:
Jornal Correio – Você foi secretário de Finanças de Diamante do Sul até
pouco tempo. Quando decidiu concorrer para prefeito em Campo Bonito?
Toninho Dominiak – Logo depois das últimas eleições. Perdi a eleição para
o Onírio e já estava definido que seria novamente candidato. Mereço ser
eleito porque tenho experiência e tenho condições de administrar Campo
Bonito para ajudar as pessoas que realmente precisam do apoio do poder
público na habitação, agricultura, saúde, transporte, assistência social,
Apae, terceira idade…
Jornal Correio – Campo Bonito é um dos menores municípios da região e tem
três candidatos a prefeito. Como encara essa disputa: mais fácil ou mais
difícil?
Toninho Dominiak – Vejo que as dificuldades são iguais, independente de
ser dois ou três candidatos. A população é que definirá quem vai ser o
futuro prefeito de Campo Bonito. Mas eu não vejo dificuldades pelo fato de
haver três candidatos.
Jornal Correio – Até os últimos dias para registro da candidatura,
acreditava-se que o Celso Picolli seria seu vice. Como lidou com o
rompimento desta parceria?
Toninho Dominiak – O prefeito de Campo Bonito é que tinha essa idéia. Mas
eu tinha que ouvir o meu partido para ver como seria a eleição. Mas não
tinha nada definido.
Jornal Correio – Quais serão as suas prioridades de governo?
Toninho Dominiak – A saúde será prioridade, mas temos que avançar também
na educação, transporte escolar, ação social, transporte e agricultura.
Também temos que dar um passo além do que já foi feito também na questão do
desemprego e geração de renda. Campo Bonito perdeu 700 habitantes de um
censo para outro. Antes tinha 5.100 agora são só 4.400 habitantes.



