O
cinto e segurança é um objeto ‘esquecido’ para mais de 67% dos
passageiros que sentam no banco de trás, afirma dados dos Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Embora a realidade
venha se transformando e as pessoas tomando consciência, não só do
risco de multa, mas também do perigo da prática, ainda é grande o
número de passageiros que não adere ao dispositivo quando senta no
banco de trás.
Segundo
o Policial Rodoviário Federal Iownderlei, do Posto da PRF de
Laranjeiras do Sul, há alguns anos o panorama era muito pior. Ele
relata ainda que apesar de ser comum crianças serem relutantes ao
uso do equipamento, a maioria dos casos envolvia adultos.
No
entanto, ele acredita que, aos poucos, graças ao trabalho
orientativo realizado pela Polícia, este quadro vem diminuindo.
O
Diário Correio do Povo realizou duas enquetes, por diferentes meios,
para saber sobre o comportamento das pessoas na região. No site do
jornal, os internautas responderam à pegunta: Você usa cinto de
segurança quando está no banco traseiro do automóvel?. A
maioria (44%) respondeu que Não, em seguida estão os que afirmaram
usar o cinto (33%), e por último os que disseram que nem sempre
colocam o cinto (22%).
Já
a segunda sondagem informal, realizada com pessoas aleatórias na
rua, mostrou um panorama diferente: a maioria afirmou que usa sempre
o cinto, já os que confessaram não usar, relataram a prática de
muitos motoristas de deixar o cinto debaixo dos acentos, dificultando
o acesso.
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