Paraná aposta em impostos menores para gerar 1 milhão de empregos
O Paraná aposta na redução da carga tributária como motor de crescimento econômico e geração de empregos. A projeção do governo estadual é que o conjunto de medidas fiscais adotadas nos últimos anos ajude a criar até 1 milhão de postos de trabalho no Estado até 2035.
A estratégia inclui incentivos fiscais para empresas, redução de impostos e estímulos ao empreendedorismo. Segundo o governo, a ideia é tornar o ambiente de negócios mais competitivo e atrativo para novos investimentos.
Nos últimos anos, o Estado adotou medidas como diminuição de tributos sobre produtos essenciais, incentivos para setores estratégicos e redução da tributação para pequenas empresas. A política inclui ainda uma das menores alíquotas de IPVA do país e isenções de ICMS em diversos itens da cesta básica.
Incentivos para empresas
O governo estadual afirma que o objetivo é estimular a abertura de novos negócios e fortalecer empresas já instaladas. A tributação reduzida para micro e pequenas empresas é um dos principais pilares da política econômica.
De acordo com dados da Secretaria da Fazenda, empresas optantes do Simples Nacional no Paraná pagam, em média, uma alíquota efetiva de ICMS inferior à média nacional. O modelo também prevê isenção total do imposto para negócios com faturamento anual de até R$ 360 mil, medida que alcança centenas de milhares de empreendedores.
“O Paraná é o único estado que oferece esse tipo de benefício em todo o Brasil”, afirmou o secretário da Fazenda ao apresentar os resultados das políticas fiscais.
Impacto na economia
Estudos que analisam programas de incentivo e investimentos apontam efeitos amplos na economia. Projeções indicam que os estímulos podem gerar aumento acumulado de cerca de R$ 212 bilhões no Produto Interno Bruto (PIB) estadual até 2035.
O crescimento ocorre em diferentes etapas. Primeiro, com a instalação de novas empresas e ampliação de plantas industriais. Depois, com o aumento da produção e da oferta de empregos em diversos setores.
A expectativa é que o impacto se espalhe pela cadeia produtiva, fortalecendo o mercado de trabalho e ampliando a renda da população ao longo da próxima década.



