Paraná pode ganhar marco legal para setor aeroespacial
Proposta da deputada Maria Victoria busca atrair investimentos, fomentar inovação tecnológica e ampliar a geração de empregos qualificados no estado
A deputada estadual Maria Victoria (PP) protocolou o Projeto de Lei nº 194/2026, que estabelece diretrizes para a promoção e o fortalecimento do setor aeroespacial no estado do Paraná.
A deputada explica que a proposta reconhece o segmento como estratégico para o desenvolvimento econômico, tecnológico e social do Estado e estabelece um marco legal para estimular investimentos, inovação e geração de empregos qualificados. “O setor aeroespacial é uma das áreas mais inovadoras e que mais geram valor no mundo. Nosso objetivo é preparar o Paraná para aproveitar esse potencial, atrair investimentos e gerar empregos qualificados”, detalha.
Segundo ela, o Estado já reúne condições favoráveis, com uma base industrial diversificada, universidades de excelência e um ambiente de inovação consolidado. “Com esse projeto, queremos organizar e potencializar essas forças para consolidar o Paraná como referência no setor aeroespacial”, destaca Maria Victoria.
Setor
O projeto de lei define o setor aeroespacial como o conjunto de atividades que envolvem aeronaves tripuladas e não tripuladas, sistemas espaciais, satélites, tecnologias de navegação, sensoriamento remoto, monitoramento ambiental e soluções aplicadas à defesa civil, à agricultura, à logística e às comunicações.
Entre os principais objetivos estão o incentivo à pesquisa, ao desenvolvimento e à inovação, a atração de empresas e investimentos, a formação de mão de obra especializada e o estímulo à criação de ambientes de inovação, como polos tecnológicos e hubs do setor.
Integração
O texto também incentiva a integração entre o poder público, universidades, centros de pesquisa e a iniciativa privada, fortalecendo o ecossistema de inovação e ampliando a participação do Paraná em cadeias globais de valor.
Além disso, prevê o estímulo ao uso de tecnologias aeroespaciais em áreas estratégicas, como a prevenção de desastres naturais, a segurança pública, a conectividade, a agricultura de precisão e o monitoramento ambiental.
“Estamos falando de tecnologia que salva vidas, melhora a gestão pública e aumenta a eficiência da economia. É inovação com impacto direto na vida das pessoas”, reforça a deputada.



