Cozinheiras da rede municipal de Três Barras participam de capacitação

Treinamento destinado às funcionárias das cozinhas das escolas e CMEIs, ressalta os temas e as boas práticas essenciais para a preparação de alimentos

Na manhã de segunda-feira (18), Três Barras do Paraná realizou uma capacitação para as 12 cozinheiras que trabalham nas escolas e nos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs), atendendo diariamente 1.400 crianças.

A nutricionista Simone Basso Brandini destacou a importância do treinamento, que acontece antes do retorno das aulas, marcado para a próxima semana. “Nós estamos fazendo uma capacitação com todas as nossas funcionárias das cozinhas”, conta Simone. “Temos 12 cozinheiras que com muito amor e carinho, transformam o cardápio em alimento e sustentam as crianças durante a permanência nas escolas”.

Boas práticas

Simone destaca que treinamentos como esse, realizados no início e no meio do ano, promovem uma forma de reciclagem ao abordar temas importantes e proporcionar boas práticas e higiene na manipulação e preparação dos alimentos. Durante o período da manhã, as cozinheiras praticaram a sua atividade, fazendo as receitas e analisando o processo, o que deu certo e o que não deu, o que é possível de ser feito e o que não é. A prática foi imprescindível para ampliar o uso e as opções de alimentos e como diversificar o cardápio escolar.

Simone também lembra sobre o desafio que é cumprir a nova legislação do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). “Temos um grande desafio hoje, pois com a lei de maio de 2020, da resolução 06 do Governo Federal, passou a ser proibido o açúcar nos CMEIs. Como não podemos usar o açúcar, então utilizamos a criatividade, tanto na elaboração dos cardápios, quanto das cozinheiras na parte de execução, para oferecermos esses alimentos às crianças, porém sem açúcar”.

Colaboração

A nutricionista Emanoeli Moreschi Moreira fala sobre importância das novas receitas e da cooperação dos pais em relação a lei. Ela frisa que a rede de ensino possui alunos diabéticos e com intolerância a lactose, a glúten, que tem alergia a alguns alimentos e por conta disso estão sendo testadas novos tipos de receitas, específicas para atender cada tipo de aluno.

“Pedimos a colaboração dos pais para não oferecerem alimentos com muito corante e açúcar em casa, para podermos fazer essa reeducação alimentar nas escolas também”, ressalta Emanoeli. “É um trabalho de parceria para diminuir os índices de obesidade e alergias alimentares que estão cada vez mais frequentes”.

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