Itaipu amplia investimentos sociais e energéticos no país

A Itaipu Binacional tem ampliado investimentos em energia e ações sociais nos últimos anos, com foco no desenvolvimento regional e na melhoria das condições de vida da população. Segundo o diretor-geral brasileiro da usina, Enio Verri, a gestão segue diretrizes do presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltadas à redução das desigualdades e ao fortalecimento de políticas públicas.
De acordo com Verri, os recursos da empresa foram direcionados para projetos sociais e estruturais em diferentes municípios. “Investimos os recursos da empresa no desenvolvimento regional e na melhoria da qualidade de vida da população, especialmente daqueles que mais precisam”, afirma.
Produção energética e modernização
A usina manteve papel central no sistema elétrico nacional. Em 2025, Itaipu atingiu a marca acumulada de 3,1 bilhões de MWh produzidos desde o início das operações, em 1984. O volume reforça a importância da geração de energia limpa e renovável para o país.
Verri destacou que a empresa também tem investido em tecnologia. “Avançamos na modernização tecnológica e na automação das unidades geradoras, assegurando elevados padrões de eficiência operacional”, disse.
Projetos ambientais e sociais
A usina ampliou programas de preservação ambiental na Bacia do Paraná, com ações de reflorestamento, saneamento rural e conservação do solo em propriedades rurais. Paralelamente, a empresa expandiu projetos ligados a energias renováveis, como geração solar e aproveitamento de biogás.
No campo social, o programa Itaipu Mais que Energia alcançou 434 municípios do Paraná e do sul do Mato Grosso do Sul, com investimentos em saneamento, habitação e mobilidade urbana. Entre as iniciativas está o Projeto Moradias, em Foz do Iguaçu, que prevê a construção de 254 unidades habitacionais para famílias de baixa renda.
Segundo Verri, a gestão busca ampliar o impacto social da usina. “Nossa gestão está focada em transformar a força econômica da Itaipu em benefícios concretos para as pessoas e para os territórios”, conclui.



