Ademir Fagundes assume o município sem processo de transição

O prefeito eleito de Rio Bonito do Iguaçu, Ademir Fagundes (PHS), conhecido como gaúcho, em entrevista para o Jornal Correio do Povo do Paraná falou dos desafios que terá que enfrentar para poder promover as mudanças e transformações que o município necessita. Eu acredito que para mim, será uma oportunidade para fazer as transformações que Rio Bonito tanto precisa. Apesar de nunca ter militado na política, ser um simples administrador, um agricultor, pecuarista, acredito que poderemos fazer essas mudanças, o povo não aguenta mais tanta corrupção, promete Gaúcho.

 Credibilidade

Mesmo o país vivendo um momento crítico de credibilidade da classe política, o prefeito eleito de Rio Bonito acredita que por não ser do meio político possa fazer a diferença, segundo Ademir as mudanças começaram pela campanha. Começamos com uma campanha diferenciada. Qual é a função de um prefeito? Não é mudar o município só depois do dia primeiro de janeiro, antes disso numa companha tem como combater a corrupção. E assim nós fizemos, não pegamos dinheiro de ninguém, fizemos uma campanha de mãos limpas, dinheiro próprio, um prefeito sem rabo preso com ninguém. Então vamos ter secretários escolhidos pelo prefeito e não pelo grupo, conta Fagundes. Na avaliação do prefeito eleito por ai já começam as diferenças. Gaúcho disse que já tem cinco secretários definidos, adiantou apenas dois nomes, da saúde Keullin Oliboni e de finanças Juliana Ferrari, os demais serão revelados na posse, que está marcada para o dia primeiro de janeiro de 2017, às 14 horas no ginásio de esportes.

 Transição

Uma das preocupações do futuro prefeito é quanto ao processo de transição que não existiu, não por falta de ter buscado isso junto a atual administração. O único acesso que tenho em Rio Bonito é olhar máquinas sem pneus, tratores quebrados, mas a real situação do município só depois do dia dois que vamos começar a descobrir, lamenta Ademir.