A cidade de Quedas do Iguaçu, foi uma das mais atingidas com
a catástrofe ocorrida no mês junho, além do registro de uma morte, também houve
perdas matérias irreparáveis, como a interdição definitiva do Parque Aquático.
Por solicitação da prefeitura e Defesa Civil, geólogos do
governo do Estado, Unioeste e dos Serviços Geológicos do Paraná
(Mineropar), atestaram que a área precisa ser interditada de forma definitiva.
Para o geólogo Jorge Ademir Medeiros, da Unioeste, a área está sujeita a novos
desmoronamentos e tombamentos de árvores, pela quantidade de rachaduras, em
toda a sua extensão.
Em junho de 2013, o espaço de lazer havia sofrido uma
interdição pela Marinha Brasileira, pelas fortes chuvas e elevação do nível das
águas no reservatório da usina hidrelétrica Salto Osório. Toda área, de
segurança máxima, está sob domínio da Tractebel Energia, cedida em comodato
para prefeitura. Numa extensão total de 112 mil m², em 4,6 alqueires terra.
A prainha, como é chamada pelos populares, é composta de
área para desembarque de barcos, lanchonete, banheiros, camping, áreas de
banhos, churrasqueiras, quadras de esportes e matas nativas.
O prefeito Edson Prado Jacaré, solicitou ao departamento
de engenharia a elaboração de um estudo, no intuito de buscar outra área às
margens do lago do Rio Iguaçu, para execução de projeto de implantação de um
novo espaço de lazer aos munícipes e visitantes.



