Famílias reassentadas pela Copel recebem títulos de propriedade das terras

O programa de reassentamento da Usina de Salto Caxias beneficiou 600 famílias, cerca de 2,8 mil pessoas

A Copel realizou a entrega de mais um lote de matrículas dos reassentamentos da Usina Governador José Richa (Salto Caxias) na última sexta-feira (25).

Os presidentes das associações dos reassentados receberam em nome dos agricultores 252 matrículas do Reassentamento São Francisco (Fazenda Flamapec), localizado em Cascavel (PR).

Considerado referência no País e no exterior e premiado pela Associação Internacional de Energia Hidrelétrica, o programa de reassentamento da Usina de Salto Caxias beneficiou 600 famílias – cerca de 2.800 pessoas.

 

Reassentamento

 

As famílias de pequenos proprietários, arrendatários, meeiros e trabalhadores rurais que precisaram deixar as áreas destinadas à construção da Usina José Richa, em Capitão Leônidas Marques, foram reassentadas em dez fazendas, escolhidas com a ajuda dos próprios agricultores, que somam mais de 18,5 mil hectares nos municípios de Cascavel, Ibema, Catanduvas, Campo Bonito, Três Barras do Paraná, Nova Prata do Iguaçu e Boa Esperança do Iguaçu.

A regularização documental de todas as áreas exigiu milhares de horas de trabalho da equipe responsável por esse trabalho na Copel.  E eles comemoram mais essa conquista.

 

“Hoje é um dia histórico pra nós, que marca uma grande realização de toda a nossa equipe. E um dia muito importante para os reassentados que esperaram duas décadas até receber o título definitivo de propriedade das terras”, afirma Gil Sikora, que vem atuando há alguns anos na força tarefa da Copel.

 

Autonomia

 

Que conta também com a atuação de toda equipe fundiária da Superintendência de Assuntos Fundiários e de Meio Ambiente.

De acordo com o diretor administrativo-financeiro e de participações da subsidiária de geração e transmissão de energia da Copel, Adriano Fedalto, com esses documentos em mãos, os reassentados têm mais autonomia e tranquilidade:

 

“Até então, as famílias tinham uma documentação provisória. Agora, com o título definitivo de propriedade, passam a ter condições de, por exemplo, dar a terra em garantia para obter financiamentos para a produção”, explica.