Quem é Alexa, a assistente virtual da Amazon

O setor de assistentes pessoais digitais do mercado é povoado por nomes bem famosos. Siri, Google Assistente e Cortana já

O setor de assistentes pessoais digitais do mercado é povoado por nomes bem famosos. Siri, Google Assistente e Cortana já são reconhecidas como parte de produtos e sistemas operacionais inteiros, ajudando e divertindo o usuário com respostas rápidas, piadas e atalhos de funcionamento.

Só que a Amazon também possui um recurso próprio que tem conquistado cada vez mais espaço, inclusive no Brasil: a Alexa. Uma ferramenta que está cada vez mais completa e presente em nosso cotidiano, mostrando que a companhia vai muito além de ser uma loja virtual.

Quem é a Alexa?

Em essência, a Alexa é uma assistente virtual interativa que opera a partir de uma interface de voz e que utiliza recursos de inteligência artificial para trazer a melhor resposta possível aos comandos do usuário.

A plataforma junta funções de organização, produtividade, conhecimento e entretenimento, trazendo respostas em tempo real e servindo até como um serviço de gerenciamento de outros dispositivos.

A assistente foi apresentada em novembro de 2014, junto com o primeiro dispositivo da linha Echo de alto-falantes inteligentes. O nome foi escolhido tanto pela pronúncia marcante, especialmente na consoante “x”, quanto como uma homenagem à biblioteca de Alexandria, uma das grandes fontes de obras e documentos do Egito Antigo.

Como a Alexa funciona

A Alexa foi desenvolvida por um setor interno de pesquisas da empresa chamado de Amazon Lab126 e pode ser ativada tanto por ações do mouse ou toques na tela quanto usando o comando de voz “Ei, Alexa”, seguido da orientação. Assim, para saber se há chances de chuva, você pode perguntar “Ei, Alexa. Qual a previsão do tempo para hoje?” e aguardar a resposta.

O funcionamento da Alexa é baseado em uma combinação de tecnologias. Para receber e compreender um pedido, o sistema capta comandos de voz com microfones, “disseca” a mensagem separando palavras-chave e responde usando um dos recursos disponíveis.

Além disso, ela utiliza o aprendizado de máquina para ficar mais inteligente com o tempo, detectando hábitos, respondendo questões com base no contexto e gravando preferências. Ao mesmo tempo, a sua linguagem também é desenvolvida, tentando fazer com que a assistente pessoal interaja com vocabulário e pronúncia cada vez mais próximas do humano.

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