Quebrando Fronteiras: Black Heart ganha destaque em competição de Foz do Iguaçu

Na 4ª edição da batalha de break dance na região, grupo de laranjeiras é elogiado e recebe prêmio de 1º lugar na batalha de Open Style, com Rubyane Maurício

Por Thamiris Costa

No último final de semana ocorreu a 4ª edição do “Quebrando Fronteiras”, evento de batalha de break dance em Foz do Iguaçu. Gratuito e aberto para dançarinos, o grupo Black Heart, de Laranjeiras do Sul, participou da disputa e recebeu destaque em todas as competições, além do prêmio de 1° lugar na batalha de Open Style.

Rubyane Maurício, vencedora da batalha, relatou que o intuito do evento é estimular e qualificar artistas, de modo a contribuir com recursos para seguirem seus sonhos. “O evento foi incrível, realizado com muito cuidado e organização do grupo Sionx Crew. Nós da Black Heart somos muito gratos pela participação e também pela contribuição da prefeitura de Laranjeiras que nos forneceu as passagens”.

Batalhas

Divididas em duas categorias: Open Style e Break Dance, a premiação para os primeiros colocados foi de R$ 1 mil. Black Heart foi muito elogiado na programação, que contou com jurados profissionais com experiências internacionais no mundo da música.

“Os competidores passaram pelo processo que ocorreu em uma ‘peneira’. Primeiro, disputaram 21 inscritos, onde 16 foram escolhidos para entrar na chave. A partir disso seguiu por eliminação, que foi contou com três jurados, até chegar ao final”, explicou Ruby.  

Black Heart

O grupo foi criado em 2012 quando começou a realizar ensaios e apresentações na praça José Nogueira do Amaral, em Laranjeiras. Se desenvolvendo com o tempo, através de muita dedicação, o número de pessoas participando e de prêmios conquistados foi aumentando.

Durante esse tempo, venceram duas vezes o Festival Universal Dance – em Florianópolis, em 2017 e 2019; assim como o Festival de Dança de Toledo em 2016 e 2018. O segredo disso, de acordo com o coreógrafo Dionatan Bahls, está na valorização de cada individualidade dos integrantes, além do sentimento de coletividade, que chamou atenção dos jurados.

“Cada artista tem uma forma de expressão específica, valorizando a sua individualidade, sua forma de ver o mundo e também de o sentir. Os bailarinos do Black Heart, como artistas, não fogem dessa definição. Isso torna-nos diferentes”, explica Dionatan.

O grupo tem um método diferente de criar. Cada tema escolhido é desenvolvido por uma perspectiva própria. “Do jeito Black Heart”, brincou. “Nossos dançarinos são todos experientes, temos um longo histórico de treinamento”, completou.

Participantes do evento

Hoje participam do Black Heart 35 pessoas. Mas no evento estiveram presentes: Rubyane Mauricio, Dionatan Bahls, Eduardo Oliveira, Bruna Andretta, Abner José de Andrade, Marlon Barbosa, Mauricio Barbosa e Lucas Lima Feles.

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