Produtos florestais têm valorização no Paraná; principal impulso é exportação

Os produtos florestais paranaenses, tanto os madeireiros quanto os não madeireiros, tiveram valorização entre outubro de 2020 e maio deste

Os produtos florestais paranaenses, tanto os madeireiros quanto os não madeireiros, tiveram valorização entre outubro de 2020 e maio deste ano, período em que foram realizados levantamentos pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da secretaria estadual da Agricultura e do Abastecimento.

A última publicação dos preços pagos ao produtor pelos produtos florestais, elaborada pelo Deral em maio, mostra que houve um ganho, no comparativo com outubro de 2020, quando foi divulgado o relatório anterior. O preço das toras de pinus para serraria e laminação, por exemplo, teve elevação de 24%, em média, enquanto o de eucalipto subiu 7%.


No caso de lenha e cavaco sujo, observou-se alta, em termos nominais, no patamar de 16% e 15%, respectivamente. A erva-mate, que no Paraná é considerada produto florestal não madeireiro, seguiu a mesma tendência. A variação positiva foi de 19% nos preços pagos ao produtor pela erva no pé.

O aumento expressivo das exportações paranaenses dos produtos florestais é um dos principais motivos para a elevação nos preços. De janeiro a junho de 2021, os painéis compensados de pinus, por exemplo, que utilizam em seu processo produtivo principalmente toras acima de 18 centímetros de diâmetro, tiveram aumento superior a 30% em volume e mais de 150% em valor exportado, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

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