Laranjeiras teve representantes em protestos de Brasília e, segundo organização, 650 veículos em protesto local

Manifestações pediram voto auditável, garantia de liberdade de expressão e impeachment de ministros do STF

O feriado da Independência do Brasil (7) foi marcado por manifestações ao redor do país. Defensores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) reivindicavam a garantia de liberdade, a transparência das urnas eletrônicas e o impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Roberto Barroso e Alexandre de Moraes.

De acordo com a organização, 650 carros participaram da carreata na cidade. Os responsáveis pelo evento não souberam precisar o número de motocicletas, máquinas agrícolas e bicicletas que acompanharam o cortejo. Além disso, um ônibus, com 41 laranjeirenses, foi a Brasília acompanhar os protestos.

“Não fomos comemorar nada. Fomos pedir pela liberdade de expressão, pela melhora da vida do povo brasileiro. Não foi um ato pró-Bolsonaro, embora muitos seguidores do presidente estivessem em nosso meio. Grande parte da população está insatisfeita com o atual momento do país”, informou a organização.

Caminhoneiros paralisam

Na quarta-feira (9) caminhoneiros ao redor do país começaram a fechar estradas em protestos decorrentes do ato pró-Bolsonaro de terça. Paraná, Santa Catarina e Espírito Santo foram os estados que registraram tentativas de paralisação.

Houve casos de interdição de vias em Toledo, Maringá, em Paranaguá na BR-277 sentido Curitiba, na PR-239 saída para Assis Chateaubriand, e na PR-182 sentido Palotina. O trânsito estava liberado apenas para veículos de passeio, cargas vivas, insumos hospitalares, e carros associados aos cuidados da saúde, como ambulâncias e cargas de oxigênio.

Hoje a tarde a Ecovia se pronunciou referente as paralisações da BR-277 afirmando que os manifestantes já se dispersaram com o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e que a passagem pela via segue normalmente. Mais tarde a Ecovia falou novamente pelo twitter que todas as manifestações da via haviam cessado.

As reivindicações dos motoristas, além das já citadas nos movimentos de terça-feira, são o alto preço da gasolina, entre outros fatores de protesto contra o Supremo Tribunal Federal (STF).

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