Prefeitos da região e Sesa aderem à luta pela permanência da UTI do ISJ

Representantes da Assiscop propuseram destinar um repasse estimado em R$ 100 mil por mês ao hospital e secretaria de Saúde realizará um estudo de viabilidade para custeio

Na tarde de quinta-feira (24), o Instituto São José (ISJ) representado pela diretora administrativa, Marly Regina Maçaneiro, esteve presente na reunião na Secretaria da Saúde do Paraná (SESA), liderada pelo presidente da Associação Intermunicipal de Saúde Centro Oeste do Paraná (Assiscop), Elio Bolzon Jr (Juninho) e o presidente da Cantuquiriguaçu, prefeito Sezar Bovino.

Durante a reunião foram avaliados todos os argumentos sobre o custo do paciente no leito de Terapia Intensiva (UTI), levando em conta a grande necessidade da permanência dos leitos para atender toda a região da Assiscop. Conforme o levantamento realizado pelo médico do hospital, Dr. Alfredo, os gastos por leito representam, por dia, uma média de R$ 2 mil reais, enquanto o Ministério do Sistema Único de Saúde (SUS) repassa somente R$ 600.

Alguns resultados

Conforme relata Juninho, a Sesa já realiza um aporte financeiro ao instituto. “Ele é feito junto ao contrato que o IST têm com o Estado. O que estamos verificando agora é se existe a possibilidade de fazer mais um aporte”.  Nesse sentido, a secretaria da Saúde do Estado se comprometeu em realizar um estudo de viabilidade de recursos aos municípios.

“Já os prefeitos da Assiscop propuseram aumentar o repasse de recursos que vinham sendo feitos até 31 de dezembro, para um valor estimado em R$ 100 mil reais mês, divididos entre os seis municípios pertencentes ao consórcio”, detalhou Juninho.

Relembre a situação  

Caso a UTI do Instituto feche, os pacientes seriam encaminhados para Guarapuava, Pato Branco ou Cascavel, tendo que percorrer cerca de 140 km em busca de tratamento. Além disso, existe a dependência de conseguir vaga. “Para quem é parente daquele que necessita de UTI, esses quilômetros são custosos, sem contar que já perdemos muitos doentes no caminho”, explicou o Dr., em divulgação do caso na Câmara da Vereadores de Laranjeiras.

Conforme o médico, com a ajuda das autoridades, isso não será necessário, pois o hospital tem total interesse em manter a Unidade. “Existem equipamentos e pessoal, falta a verba”, destacou. “Da outra vez era muito claro, ou se fechava a UTI naquele momento, ou fechava o hospital, e nós não queremos isso de novo, por esse motivo estamos correndo atrás”, concluiu o clínico.

“É muito importante que os representantes de nossa região participem. Tenho certeza que os é também o que a sociedade deseja e por isso e por isso a necessidade dos prefeitos abraçarem a causa, ajudando a salvar vidas”, ressaltou o vereador Rodrigo Scheis.

Presenças

A reunião contou com a presença importante do presidente da Assembleia Legislativa deputado Ademar Traiano e do assessor do secretário de Estado da Saúde, Beto Preto (que não pode estar presente por compromisso já assumido anteriormente), o senhor Ian Sonda; além de prefeitos e secretários dos municípios.

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