Sicredi Grandes Lagos distribui mais de R$ 1,6 milhão de juros ao capital social entre associados

Valor evidencia os benefícios do cooperativismo de crédito e promove novos negócios nas comunidades

Por meio do pagamento de juros ao capital social, a Sicredi Grandes Lagos PR/SP, cooperativa de crédito que atua no interior do Paraná e no litoral de São Paulo, distribuiu neste mês mais de R$ 1,6 milhão – valor correspondente a 4,03% da taxa Selic – entre seus associados.

De acordo com o presidente da Sicredi Grandes Lagos PR/SP, Orlando Muffato, o montante distribuído reflete os números positivos de 2021. “Esse valor evidencia a sustentabilidade do nosso propósito como instituição financeira cooperativa que preza, acima de tudo, pelo associado e pelo desenvolvimento da comunidade local – além de demonstrar, também, que todos os resultados obtidos são fruto de uma relação de confiança com cada associado”, afirma.

Com mais de cinco milhões de associados em todo País, o Sicredi vem ganhando cada vez mais reconhecimento por sua sustentabilidade financeira e diferenciais competitivos. Com foco nas pessoas, o modelo de negócio tem como foco bem-estar econômico da população, desenvolvendo ao longo de seus mais de 118 anos inúmeros projetos ligados diretamente aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), como o Programa A União Faz a Vida (PUFV), que visa a educação de jovens por meio da essência do cooperativismo.

Cooperativismo como alternativa ao tradicionalismo dos bancos

Diferentemente de um banco, no cooperativismo de crédito o associado possui voz ativa na instituição, tendo participação em assembleias, nas quais são definidos os rumos do negócio, e também nas sobras (lucros), como é o caso do pagamento de juros ao capital social.

Além disso, um estudo da série Benefícios do Cooperativismo de Crédito, coordenado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), comprovou que as instituições financeiras cooperativas atuam diretamente na inclusão financeira, uma vez que têm a possibilidade de atuação em regiões onde não há a possibilidade de bancarização – ou seja, não existem bancos tradicionais. “A sustentabilidade se dá por meio desse modelo de negócio inovador, que gera lucros não para si, mas para os cooperados – beneficiando toda a comunidade”, explica Muffato.

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